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Domingo, Setembro 26, 2021

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Ferreira do Zêzere | Feira do Livro decorre até sexta-feira no exterior da Biblioteca

Depois de um ano de interregno, devido à pandemia de covid-19, as barraquinhas da Feira do Livro de Ferreira do Zêzere voltam a ser montadas à porta da Biblioteca Municipal, com muitas propostas de leitura a preços especiais.

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A edição deste ano realiza-se de 12 a 16 de julho, das 9h00 às 17h30, onde será possível encontrar todos os livros editados pela Câmara Municipal, bem como as edições da Fundação Maria Dias Ferreira e obras de autores da região, além de outros títulos diversos, de várias editoras, na área do romance, infanto-juvenil, culinária, entre outros temas.

A Feira do Livro encerra na sexta-feira, 16, com a presença do autor Nuno Garcia Lopes, que lançou recentemente “Os balões que me ensinaram a voar”, um livro que ajuda os mais novos a lidarem com a questão do luto.

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Nascido na Linhaceira, no concelho de Tomar, publicou já 15 livros, entre poesia, literatura para crianças e jovens e monografia. No passado mês de novembro celebrou os seus 25 anos de carreira, com a apresentação de “O Repto de Europa”, livro publicado pela Médio Tejo Edições / Origami Livros, editora que já em 2019 havia lançado “Arremedilho aos Homens Minúsculos”, obra distinguida com uma Menção Honrosa no Prémio Literário do Médio Tejo, na categoria de Poesia, em 2018.

Nuno Garcia Lopes acredita que as palavras que se dizem, e as que propositadamente não se dizem, podem ajudar a salvar o mundo, e por isso tem construído em volta delas a sua vida, como professor, jornalista, comunicador, editor e divulgador do livro.

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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