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Quinta-feira, Outubro 21, 2021

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Ferreira do Zêzere | À descoberta da Gruta de Avecasta e dos segredos dos morcegos

Cerca de 70 pessoas, oriundas da região de Ferreira do Zêzere mas também de outros pontos do país, participaram no dia 7 de setembro numa visita especial à Gruta de Avecasta, que incluiu uma visita guiada a este Sítio Arqueológico, classificado Monumento de Interesse Público, e um “Café com ciência – café com voo”, sobre os morcegos que ali habitam.

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Orientada pela equipa de arqueólogos responsável pelo estudo científico da gruta, a visita teve como objetivo dar a conhecer os trabalhos desenvolvidos e as escavações realizadas nos últimos anos e mostrar os projetos em curso na Gruta de Avecasta.

Os visitantes ficaram ainda a conhecer o trabalho de investigação ali desenvolvido na área dos Quirópteros (morcegos), pelo investigador Pedro Alves, numa atividade desenvolvida no âmbito da medida PEDIME da CIMT, com a participação do Centro de Ciência Viva do Alviela.

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A Gruta de Avecasta continua a revelar segredos à equipa científica que estuda este sítio arqueológico, com vestígios de ocupação humana desde há 5000 anos. Foto: DR

Entretanto, a Câmara de Ferreira do Zêzere anunciou que, durante os meses de outubro e novembro irá dar-se continuidade pontual a alguns trabalhos de escavações arqueológicas, tratamento e limpeza de peças arqueológicas encontradas, assim como aos trabalhos de fotogrametria da gruta.

O destaque da última campanha arqueológica vai para achados de vários tipos de sementes com cerca de 5000 anos, em excelente estado, entre as quais sementes de fava e de cevada. Foram também encontrados outros vestígios de ocupação humana da gruta com datação proposta similar à das sementes, o que vem uma vez mais comprovar a ocupação da gruta e o grande interesse deste espaço para o estudo e registo da ocupação humana nesta região, na pré-história.

Alguns dos objetos encontrados durante as escavações. Foto: José Gaio/mediotejo.net

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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