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Domingo, Julho 25, 2021

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Trincanela

“Feliz quando o abandono escolar recua de 28% para 13%”, por Duarte Marques

Ficamos ontem a saber que, ao longo dos últimos cinco anos, o abandono escolar recuou vertiginosamente para os 13,7%, segundo o INE. Esta é  uma “baixa muito acentuada” da taxa de abandono escolar precoce, que era de 28,3% em 2010 e atingiu no ano passado 13,7%. Este é o verdadeiro caminho de recuperação do sistema educativo.

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Com estes resultados, Portugal já percorreu quase todo o percurso necessário para atingir uma taxa de 10% em 2020, a meta fixada para Portugal no âmbito do programa comunitário Horizonte 2020.

Para  aqueles que andaram, ao longo dos últimos quatro anos, a criticar de forma estridente as políticas de educação do anterior Governo, é altura para lembrar que medidas importantes como a implementação em concreto nas escolas das escolaridade obrigatória até aos 12 anos de escolaridade, a aposta muito enfática no ensino vocacional com o envolvimento de todos os agentes, nomeadamente com a comunidade escolar, com as autarquias locais, está de facto a produzir resultados.

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O abandono escolar precoce é um dos principais problema no sector da educação e há muitos anos que não sofria uma redução tão drástica como a ocorrida agora. Curiosamente, quando muitos acusam o anterior governo de ter destruído o sector, estes resultados vem provar que o rumo e a estratégia estavam correctos.

Ainda esta semana assistimos ao desmontar de mais uma mentira do actual governo pois, ao contrário do afirmado pelo Ministro da Educação no Parlamento, afinal o Conselho de Directores de Escolas não deu parecer positivo às alterações feitas ao sistema de avaliação dos estudantes pelo novo Governo.

O acesso a uma educação de qualidade deve estar ao alcance de todos e garantir  que isso aconteça deve ser um combate que una os vários agentes, políticos, directores de escolas, país e encarregados de educação. É esse o caminho de exigência que foi feito e que, infelizmente, a coligação de esquerda parece querer inverter.

Duarte Marques, 39 anos, é natural de Mação. Fez o liceu em Castelo Branco e tirou Relações Internacionais no Instituto de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, com especialização em Estratégia Internacional de Empresa. É fellow do German Marshall Fund desde 2013. Trabalhou com Nuno Morais Sarmento no Governo de Durão Barroso ao longo de dois anos. Esteve seis anos em Bruxelas na chefia do gabinete português do PPE no Parlamento Europeu, onde trabalhou com Vasco Graça Moura, José Silva Peneda, João de Deus Pinheiro, Assunção Esteves, Graça Carvalho, Carlos Coelho, Paulo Rangel, entre outros.
Foi Presidente da JSD e deputado na última legislatura, onde desempenhou as funções Vice Coordenador do PSD na Comissão de Educação, Ciência e Cultura e integrou a Comissão de Inquérito ao caso BES, a Comissão de Assuntos Europeus e a Comissão de Negócios Estrangeiros e Cooperação. O Deputado Duarte Marques, eleito nas listas do PSD pelo círculo de Santarém, foi eleito em janeiro de 2016 um dos novos representantes portugueses na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, com sede em Estrasburgo. É ainda membro da Assembleia Municipal de Mação.
Sócio de uma empresa de criatividade e publicidade com sede em Lisboa, é também administrador do Instituto Francisco Sá Carneiro, director Adjunto da Universidade de Verão do PSD, cronista do Expresso online, do Médio Tejo digital e membro do painel permanente do programa Frente a Frente da SIC Notícias.

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