Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -
Quarta-feira, Agosto 4, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Feira nacional dos frutos secos termina hoje em Torres Novas

Frutos secos e desidratados, importados e nacionais, com destaque para o figo preto, estão até ao dia hoje, domingo, no centro histórico de Torres Novas, na 30.ª edição da Feira Nacional dos Frutos Secos.

- Publicidade -

Na praça 05 de Outubro, aos expositores intermediários, abastecidos maioritariamente localmente, sobretudo de figo seco, passas de uva, amêndoa e noz, juntam-se produtores locais, sendo objetivo da Câmara Municipal de Torres Novas aumentar o nível de participação de produtores locais, favorecendo os circuitos de proximidade.

A 30.ª Feira Nacional de Frutos Secos incorpora a 24.ª edição da Feira Internacional dos Frutos Secos e a 13.ª Feira do Figo Preto, “produto de identidade local com vários anos de tradição no concelho de Torres Novas”, afirma uma nota da autarquia.

- Publicidade -

O destaque ao figo preto, produzido exclusivamente no concelho, prossegue apesar de o processo de denominação de origem, submetido em 1993 à Direção Geral do Desenvolvimento Rural, não ter chegado à Assembleia da República, “alegadamente por a DGDR entender não haver manifesto interesse por parte dos produtores”, disse fonte do município à Lusa.

“O figo preto de Torres Novas é adquirido nesta região por intermediários de todo o país, em alguns casos a granel, sendo posteriormente preparado e embalado para ser distribuído, no comércio a retalho”, afirmou.

“O número de pomares tem reduzido bastante nas últimas décadas e, face à procura crescente de produtos distintos e autóctones, o seu preço tem vindo a aumentar. Esta variedade, outrora destinada 95% à produção de aguardente, viu esse destino desviado quase na totalidade para o consumo em natureza, já que o Imposto Especial de Consumo inviabiliza economicamente a comercialização da aguardente”, adiantou.

A ligação do concelho à produção e comercialização de frutos secos e passados explica a instalação na região de “algumas das principais empresas especializadas no comércio de frutos secos e desidratados”, disse.

A edição deste ano conta com um ‘showcooking’, pelo ‘chef’ António Alexandre, “demonstrando como os frutos secos podem ser incluídos numa cozinha criativa e endógena”.

Com fortes raízes na tradição e na cultura torrejanas, o certame “tem como objetivo principal dinamizar e dignificar o setor dos frutos secos e passados, a preservação dos saberes e sabores associados aos frutos secos, com principal destaque para a tradição, cultura e património” locais.

Além dos espaços dedicados aos frutos secos, o certame inclui áreas de artesanato, restauração e animação.

Agência de Notícias de Portugal

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome