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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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Feira do Cavalo e de São Martinho na Golegã de 5 a 14 de novembro

A Feira do Cavalo e de São Martinho, na Golegã, vai decorrer este ano entre os dias 5 e 14 de novembro. O certame, que alia à centenária (desde 1571) Feira de São Martinho, a 46.ª Feira Nacional do Cavalo e a 22.ª Feira Internacional do Cavalo Lusitano, atrai milhares de pessoas, muitas delas do estrangeiro, 

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“A Golegã vai de novo, receber a Feira Nacional do Cavalo, a Feira Internacional do Cavalo Lusitano e a Feira de São Martinho, de 5 a 14 de novembro de 2021”, anunciou a autarquia numa nota publicada na sua página no Facebook.

O cartaz foi divulgado já em março, no entanto nessa altura não era garantida a realização do evento, uma vez que estava dependente da evolução da pandemia e do desconfinamento.

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Agora surge o anúncio oficial da Feira do Cavalo da Golegã de 5 a 14 de novembro, certame que integra a XXII Feira Internacional do Cavalo Lusitano e a tradicional Feira de S. Martinho, cuja origem remonta a 1571.

Este ano, mais uma vez o cartaz é da autoria de Béatrice Bulteau, uma pintora francesa especialista em cavalos.

A Feira do Cavalo e de São Martinho, na Golegã, vai decorrer este ano entre os dias 5 e 14 de novembro. Foto: DR

A artista foi a autora do cartaz da feira do ano passado, “que ficará na memória, por não se ter realizado, pela pandemia”, como referiu o presidente da Câmara, José Veiga Maltez, numa publicação no Facebook. Prevista para os dias 6 a 15 de novembro de 2020, a XLV Feira do Cavalo da Golegã foi cancelada devido à pandemia de Covid-19.

Béatrice Bulteau começou a desenhar cavalos aos quatro anos de idade e, mais tarde, numa viagem que fez à Irlanda em 1976, mergulhou nas aquarelas como pintora autodidata.

Fez a sua primeira exposição aos 17 anos e continua a expor os seus trabalhos um pouco por todo o mundo. Vive em Portugal desde 1980.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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