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Quinta-feira, Agosto 5, 2021

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Fátima: Vidreiros da Marinha Grande não dão vazão à procura por Terço do Centenário

A procura pelo Terço do Centenário ultrapassou a expetativa das entidades promotoras e os vidreiros da Marinha Grande não conseguiram dar vazão à grande quantidade de contas de vidro exigidas para criar este artigo religioso. Segundo o presidente da ACISO – Associação Empresarial Ourém Fátima, Domingos Neves, os produtores estão a acorrer ao estrangeiro para conseguir produzir as contas de vidro, a um país que não soube indicar. Já o resto da produção, garante, mantém-se na região.

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Pretendia-se um produto artesanal, com vidro soprado da Marinha Grande, design de uma artista local, o passador e o crucifixo em zamak com acabamento de cobre e prata e a corrente e arame em latão prateado. Associadas ao projeto estavam cinco fábricas locais de artigos religiosos e a certificação da Imprensa Nacional – Casa da Moeda.

Segundo Domingos Neves, “a Marinha Grande não tem condições de responder à procura”. A primeira edição lançada para as lojas, de 50 mil terços, já vendeu 20 mil. Entretanto lançou-se uma segunda edição, que previa 200 mil terços. Já se venderam 50 mil e há mais 38 mil em encomenda até ao fim do ano. “Mas vamos ultrapassar (a produção) no ano de 2017”, estima o responsável.

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Face a estes números, a produção de vidro soprado artesanal não conseguiu responder à procura. “Na zona da Marinha Grande não era possível garantir a produção”, pelo que os produtores procuraram uma alternativa no estrangeiro para o vidro soprado, não sabendo precisar ao mediotejo.net de onde está a chegar neste momento esta parte do terço.

De resto “nada foi alterado”, garantiu. Também ainda não estão previstos mais produtos com o selo de certificação do Centenário das Aparições, do qual este Terço do Centenário é até agora o único exemplar. Aquando a apresentação do terço, em junho, foi salientado que se pretendia criar um produto oficialmente ligado ao Centenário das Aparições, com produção local. Com um preço de 12 euros, parte do seu valor é destinado ao Centro de Recuperação Infantil de Fátima.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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