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Quarta-feira, Janeiro 19, 2022
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Fátima | Junta de Freguesia obrigada a abater todo o seu rebanho

A junta de freguesia de Fátima, concelho de Ourém, emitiu esta quinta-feira, 2 de março, um comunicado, em que informa ter sido obrigada a abater todo o seu rebanho de caprinos, em virtude de uma doença diagnosticada nos animais. A Quinta da Rosa Albardeira vai entrar também em quarentena, entre 90 a 120 dias, e uma profunda desinfestação.

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O rebanho da junta de Fátima, juntamente com o da freguesia do Pedrógão, em Torres Novas, resultou do projeto “Habitats Conservation – Conservation of natural and semi natural habitats in the Serra D’aire e Candeeiros, co-financiando pelo Programa Life + e dinamizado pela Quercus. Para além da preservação dos habitats da serra, procurou-se com este rebanho fazer um trabalho de prevenção aos incêndios. Tendo já parte das condições, a junta de freguesia de Fátima começou logo em 2012 a desenvolver as potencialidades do rebanho, comercializando inclusive o queijo resultante do seu leite.

Em comunicado a autarquia explica que começou-se a verificar uma diminuição do leite dos animais e uma série de abortos repentinos, o que levou à consulta de um veterinário. “Confirmou-se que todo o rebanho estava infetado com CAEV (Artrite Encefalite Caprina), uma doença crónica que debilita os animais, impedindo a sua função zootécnica e levando-os ao sofrimento ao longo do seu desenvolvimento”, explica. Não havendo qualquer risco para o ser humano, frisa-se, havia porém o perigo de contágio a outros animais da região, o que “iria provocar um prejuízo elevado na exploração”.

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Após a consulta com o veterinário responsável, o executivo optou por seguir o conselho do clínico e abater todo o rebanho, procedendo de seguida a uma profunda limpeza e desinfestação do estábulo e respetivos equipamentos. A quinta ficará ainda de quarentena, entre 90 a 120 dias, “antes de um possível repovoamento”.

A junta de freguesia lamenta o sucedido, salientando que a situação exigiu uma avaliação rápida e que se procurou agir com “responsabilidade, estando a assegurar as condições sanitárias para tal não se volte a repetir”, termina.

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Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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