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“Estão abertas as hostilidades”, por Vasco Damas

Pelo que vou lendo e ouvindo e pelas tomadas de posição que se vão sucedendo, parecem estar abertas as hostilidades. Mais do mesmo quando precisamos mais de diferente. Mas tal como o caos está na origem da ordem, sabendo que estão em movimento perpétuo, os astros que se alinham, também se podem desalinhar, e essa desarrumação momentânea pode estar na origem de uma nova arrumação.

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Sugere-se mais humildade, menos arrogância, menos autismo e mais diálogo, muito mais diálogo, partindo para a discussão ou debate de ideias, sem ter a necessidade pré-concebida de impor o seu ponto de vista ou que ele se sobreponha aos demais, porque aqueles que dialogam sem ouvir, não evoluem nem deixam evoluir.

Os princípios norteiam e são fundamentais, mas não podem ser dogmáticos nem inflexíveis. E mudar de opinião no decorrer de um debate de ideias, não é sinal de fraqueza, é sinal de perspicácia, de inteligência e de visão, de quem coloca os interesses coletivos à frente dos interesses individuais. Pura utopia, bem sei, mas também sei que só é impossível até acontecer.

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As coisas boas também contagiam e não há maior argumento que a força do exemplo e do comportamento. Dizem-me que sou ingénuo, é complicado porque quanto mais se sobe, maior é a pressão que chega de todo o lado. Acredito que assim seja, mas também acredito que seja possível combater essa pressão provocada pelos grupos de interesse. Através da nobreza de caráter devidamente acompanhada pela qualidade da equipa.

É importante seguirmos o que nos diz a nossa consciência. É fundamental termos as nossas ideias e sermos fiéis à força do nosso pensamento. Mas é imprescindível cultivar a faculdade de ouvir, ouvindo todos sem preconceitos nem ideias preconcebidas, com a certeza que são as diferenças que nos indicam o caminho para sairmos da rotunda.

Estão abertas as hostilidades e cada um dará o que tem em função da gestão das suas prioridades. A genuinidade sofrerá alguns atropelos e as estratégias requentadas voltarão a repetir-se. Como sempre, haverá lobos a vestir peles de cordeiro e, como sempre, voltará a haver quem se deixe enganar.

Mas no fundo, o importante é que ganhemos todos, ou pelo menos, a maioria de nós. É por isso que não me incomodo que as ideias continuem a ser copiadas, porque ao fazê-lo, limitam-se a reconhecer o mérito de quem o tem. E esse, meus amigos, é um dos maiores elogios que se podem receber.

É gestor e trabalhar com pessoas, contribuir para o seu crescimento e levá-las a ultrapassar os limites que pensavam que tinham é a sua maior satisfação profissional. Gosta do equilíbrio entre a família como porto de abrigo e das “tempestades” saudáveis provocadas pelos convívios entre amigos. Adora o mar, principalmente no Inverno, que utiliza, sempre que possível, como profilaxia natural. Nos tempos livres gosta de “viajar” à boleia de um bom livro ou de um bom filme. Em síntese, adora desfrutar dos pequenos prazeres da vida.

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