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Sexta-feira, Janeiro 21, 2022
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Escolas de Abrantes acolhem ações de sensibilização sobre bullying, violência no namoro e igualdade de género

No âmbito do Plano Municipal para a Cidadania, Igualdade de Género e não Discriminação realizado nos agrupamentos escolares, foi presente à reunião de Câmara Municipal de Abrantes uma informação sobre a operacionalização do trabalho no terreno, dando conta do que tem sido realizado em termos de ações de sensibilização e de prevenção sobre bullying, violência no namoro e igualdade de género.

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Segundo o Município, o Serviço de Promoção para a Cidadania, Igualdade de Género e não Discriminação do Município de Abrantes já iniciou a realização das ações planeadas e previstas para o 2º semestre, de acordo com o solicitado pelos agrupamentos escolares.

Este plano municipal é constituído por diversos eixos e objetivos estratégicos nestas áreas, no entanto esta informação refere-se em específico ao trabalhado desenvolvido, numa vertente externa, na área da educação/formação e na promoção de medidas para combater todas as formas de violência e discriminação.

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Foram realizadas várias ações de sensibilização e prevenção sobre bullying, violência no namoro e igualdade de género, em parceria com as forças de segurança:
22 ações de sensibilização para alunos do 1º ciclo sobre igualdade de género, que envolveu a participação de 361 alunos e alunas e 22 docentes; 6 ações de sensibilização e prevenção sobre bullying, dirigidas a alunos dos 2º e 3º ciclos, que na totalidade contaram com a participação de 160 jovens e 6 docentes; 8 ações de sensibilização e prevenção sobre bullying para o 1º ciclo, nomeadamente os 4º anos de escolaridade, envolvendo 136 crianças e 8 docentes; e 7 ações de sensibilização e prevenção sobre a violência no namoro, para alunos do 3º ciclo e secundário, que envolveu 140 alunos e 7 docentes.

Em nota de imprensa enviada às redações acrescenta que “o trabalho da autarquia nesta área tem sido muito significativo e, inclusive, reconhecido a nível nacional através da atribuição do prémio ‘Viver em Igualdade’, conferido pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG)”, um galardão instituído para premiar o trabalho das autarquias em matéria de igualdade de género e não discriminação.

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A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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