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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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Escola de Hotelaria de Fátima tem mais um campeão no concurso Chefe Cozinheiro do Ano

A Escola de Hotelaria de Fátima (EHF) deu mais um campeão ao prémio Chefe Cozinheiro do Ano. O professor Ricardo Raimundo obteve o segundo lugar na competição e conquistou o Prémio Helmut Ziebell para a melhor Sobremesa. Um “desafio” para o qual este docente sem tem preparado nos últimos anos e onde quis mostrar todas as potencialidades dos produtos da região de Leiria-Fátima, como a Maçã de Alcobaça ou a Flor-de-Sal de Rio Maior.

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Uma competição renhida que decorreu durante todo ano, em várias provas, e onde a meia centena de concorrentes se resumiu a seis finalistas e três primeiros lugares. Uma ementa com produtos tradicionais portugueses, com um limite de 100 euros e um máximo de seis horas de confeção. Parece difícil?

Ricardo Raimundo foto
Ricardo Raimundo (ao centro) com os dois finalistas do Chefe Cozinheiro do Ano 2015. A sua “Maçã Assada e granizado de maçã” venceu na categoria de inovação

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É um desafio”, confessou ao mediotejo.net Ricardo Raimundo, 35 anos, que após uma primeira experiência em que não conseguiu obter o pódio, ficou agora muito próximo do topo (teve 342,50 pontos, o vencedor 349,83), arrecadando ainda a distinção ao nível da inovação, o Prémio Helmut Ziebell. Uma receita de “Maçã assada e granizado de maçã” inspirada na receita de maçã assada da avó, à qual inculcou um conjunto de técnicas para criar algo novo, “de raíz”. “O meu objetivo principal eram os três primeiros lugares”, confessou ao mediotejo.net, tendo-se preparado arduamente ao longo dos últimos anos para conseguir apresentar pratos dignos do Chefe Cozinheiro do Ano.

Maçã assada CCA15Inspirado na Maçã de Alcobaça, Ricardo Raimundo criou uma reinterpretação da Maçã Assada

Na edição de 2015, os concorrentes eram obrigados a usar certas matérias-primas, ligadas à gastronomia portuguesa: Bacalhau Salgado Seco da Noruega, Vitela e Maçã. Mas esta já uma aposta pessoal de Ricardo Raimundo, que vê um grande potencial nos produtos locais da sua região (Benedita – Leiria). “Temos produtos muito bons de que não se fala”, salientou. “Tentei usar tudo ao máximo, o mais local possível”, sublinhou, ficando aí a utilização da Maçã de Alcobaça ou a Flor-de-Sal de Rio Maior. “O meu objetivo é fazer cozinha portuguesa, usando os produtos que são nossos”.

Sinto-me bastante bem, missão cumprida”, refere ainda, admitindo que João Viegas, o vencedor (Restaurante São Gabriel), era um concorrente “muito forte”. Para já quer viajar, descobrindo novos países, novos continentes, e as suas gastronomias. “É importante” na sua área, explica, adiantando um projeto seu, pouco divulgado, de um atelier pessoal onde as pessoas possam ir experimentar ementas de degustação. “Está a surgir”, antecipa.

O prémio Chefe Cozinheiro do Ano 2015 foi atribuído dia 23 de novembro, segunda-feira. Ricardo Raimundo apresentou-se à competição com uma entrada de “ervilha e ovo escalfado”, prato de peixe de “Bacalhau de São Martinho, com castanhas e vinho” e prato de carne de “Bochecha de vitela e lombinho”.

Em 2012, Louis Anjos, ex-aluno da EHF, foi vencedor nesta competição nacional.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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