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Sábado, Janeiro 22, 2022
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Entroncamento | Secretário de Estado garante que Museu Ferroviário não vai fechar

O Secretário de Estado do Planeamento e das Infraestruturas, Guilherme de Oliveira Martins, reuniu nos últimos dias com o Presidente da Câmara Municipal do Entroncamento e com o Presidente da Fundação Museu Nacional Ferroviário (MNF) sobre as dificuldades que o museu está a enfrentar.

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Estes encontros surgem na sequência de uma carta que o Presidente da Fundação, Jaime Ramos, enviou à tutela e a todos os membros da administração da Fundação alertando para as dificuldades do Museu e a sua rutura iminente.

Também o Presidente da Câmara do Entroncamento enviou uma carta ao Governo afirmando ser inaceitável que um equipamento como o Museu Ferroviário pudesse encerrar. Nessa carta Jorge Faria propôs a tomada, com urgência, de várias medidas como a nomeação de um novo Presidente da Fundação do MNF, o desbloqueio da renovação dos contratos dos funcionários necessários para o funcionamento do museu, a redefinição de um modelo de financiamento para fazer face às necessidades de funcionamento e sustentabilidade do Museu e que se repensasse a natureza estatutária de forma a tornar a gestão mais eficaz.

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Em resultado da reunião que Jorge Faria teve no dia 30 no Ministério, “foi possível encontrar soluções para a imediata contratação de funcionários devido ao facto do seu contrato não ter sido renovado e garantir o normal funcionamento do museu”, revelou o Presidente na reunião de Câmara do dia 4.

Jorge Faria acrescentou que é intenção da tutela resolver “de imediato” a questão da Presidência da Fundação do MNF. É que este cargo é ocupado por Jaime Ramos, ex-Presidente da Câmara e atual vereador (PSD), mas o seu mandato já terminou em julho de 2016.

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Por seu turno, Jaime Ramos reuniu no dia 4 com o Secretário de Estado sobre a situação do Museu, recebendo também garantias de que iria avançar o processo para readmitir os funcionários até serem integrados na função pública e estando assegurado o financiamento do MNF.

“A minha missão está cumprida”, afirmou Jaime Ramos perante estas garantias de continuidade, sem sobressaltos, do Museu.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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