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Sexta-feira, Julho 30, 2021

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Entroncamento | Reabertura do Mercado Municipal esperada para início de 2019

As obras de reabilitação do Mercado Municipal do Entroncamento continuam e o prazo estabelecido inicialmente para a sua conclusão, o próximo mês, não vai ser cumprido. Segundo o presidente da autarquia, Jorge Faria, a mudança para metade do mercado está prevista para o dia 1 de novembro e tem expetativa de que o espaço reabra no início de 2019. Informação avançada ao mediotejo.net no final da reunião camarária desta segunda-feira, dia 1, em que foram aprovadas algumas alterações no projeto inicial.

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As alterações no projeto de reabilitação do Mercado Municipal do Entroncamento surgiram no seguimento da deteção de alguns erros de natureza funcional e legal, nomeadamente ao nível do espaço das instalações sanitárias para pessoas com mobilidade reduzida, câmaras frigoríficas, zona obrigatória para duches e redução do espaço destinado à venda de peixe, resultando no aumento do dedicado às áreas de restauração no interior do mercado.

Um “conjunto de ajustes” indicado por Jorge Faria durante a reunião do executivo municipal e que, segundo o presidente da autarquia em declarações ao mediotejo.net no final, se tratam de “alterações muito pontuais” que não colocam “em causa o projeto inicial e dão-nos mais conforto para que as coisas fiquem feitas de forma mais correta”. Os erros, diz, foram detetados “no início” e a nova versão foi agora apresentada pois a elaboração dos projetos “leva sempre tempo”.

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As compras nas manhãs de sábado têm sido feitas numa tenda e noutro terreno próximo do mercado municipal. Foto: mediotejo.net

As alterações no projeto que integra o PEDU – Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano foram aprovadas por unanimidade, depois do vereador do PSD, José Miguel Baptista, questionar o presidente do município se as responsabilidades seriam imputadas ao projetista e o vereador do BE, Henrique Leal, dizer-se surpreendido com algumas situações “básicas”, nomeadamente a relacionada com as instalações sanitárias para pessoas com mobilidade reduzida.

No final da reunião, Jorge Faria, reforçou as respostas dadas na altura aos vereadores da oposição, esclarecendo que se algumas situações “forem imputáveis ao empreiteiro ou ao projetista nós imputamos de acordo com a lei”. No caso do projetista, a imputação ocorre se forem detetados erros de projeto, juntando-se a responsabilização do empreiteiro uma vez que “quando assume a obra tem obrigação de validar os projetos se as situações legais estão cumpridas”.

Projeto do Mercado Municipal do Entroncamento. Foto: CM Entroncamento

Quanto às situações “básicas” indicadas pelo BE, Jorge Faria concorda que algumas “não deviam ter faltado no projeto”. Questionado sobre as consequências destas alterações no prazo previsto para o final das obras, o presidente da autarquia admite que “a conclusão da empreitada está a deslizar”, mas não devido a estas alterações. O atraso, diz, deve-se “a um conjunto de dificuldades, nomeadamente fazermos a obra com o mercado a funcionar”.

O autarca avançou que a mudança para metade do mercado está prevista para o dia 1 de novembro e tem expetativa da empreitada estar concluída em janeiro ou fevereiro de 2019, salientando não ter “uma data precisa”. Neste momento, está a ser colocado o novo piso que será igual ao do Mercado do Bulhão, no Porto, um processo “muito mais fácil se fosse logo colocado em todo o mercado”, mas limitado pela divisão da obra em duas fases.

O projeto de reabilitação envolve um investimento na ordem de um milhão de euros, 85% financiado por fundos comunitários e o restante pela autarquia. A empreitada envolve novas bancas e expositores, substituição da cobertura de amianto, do piso e da iluminação (por LEDs), rampa para melhorar as acessibilidades, criação de zona polivalente com esplanadas interiores e uma pérgula de ligação do mercado municipal ao parque de estacionamento subterrâneo.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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