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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Entroncamento | PSD reclama melhores condições para vendedores do mercado

As críticas feitas pelos vereadores do PSD nas últimas reuniões do executivo municipal sobre as condições a que os vendedores do mercado municipal estão, atualmente, sujeitos foram reforçadas esta terça-feira, dia 9. Em comunicado, Jaime Ramos e José Miguel Baptista defendem um novo espaço de venda provisório que assegure “as necessárias condições de higiene e saúde pública” e a “isenção do pagamento mensal acordado” com os comerciantes.

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Na nota enviada para as redações são apontadas as “inacreditáveis condições de higiene e salubridade que se verificavam no espaço provisório para os vendedores da Praça, num terreno em terra batida junto ao Pingo Doce”, para as quais têm alertado Jorge Faria, Presidente da Câmara Municipal. Alertas aos quais dizem juntar-se “as queixas dos comerciantes, que desesperam por condições dignas para venderem os produtos que são o seu sustento”.

Em resposta, referem, o executivo municipal colocou duas casas de banho no terreno, o que, segundo os vereadores, não resolve o problema da “falta de condições de salubridade”. São apontados a “inexistência de água canalizada para os vendedores utilizarem, a poeira em excesso sobre os alimentos, fruto do terreno em terra batida em que estão instalados, e o estacionamento indevido de automóveis”.

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Jaime Ramos e José Miguel Baptista têm levantado a questão em diversas reuniões camarárias, como a de 17 de setembro. Foto: mediotejo.net

Factos que o PSD aponta como causa da diminuição do número de clientes e da desmotivação cesrcente nos vendedores. Nesse sentido, defendem que o espaço de venda provisória, até ao final das obras no mercado municipal seja “o parque de estacionamento por detrás do Hotel Gameiro, garantido as necessárias condições de higiene e saúde pública”, assim como “a isenção do pagamento mensal do valor acordado” com os comerciantes.

As questões foram salientadas por Jaime Ramos e José Miguel Baptista em diversas reuniões do executivo municipal, nomeadamente as duas últimas, nas quais Jorge Faria respondeu aos vereadores da oposição. A 17 de setembro, o presidente considerou que o trabalho realizado pelo município até à data era “adequado” e o “possível”, destacando que as condições apenas se manteriam nos dois sábados seguintes.

Mais tarde, a 1 de outubro, referiu que a autarquia estava a acompanhar a situação e já tinha diminuido os pagamentos dos vendedores. O PSD chegou a apresentar uma proposta na reunião camarária de 16 de abril para isenção total do pagamento das bancas, lugares de terrado e rendas do mercado até ao final da empreitada. A mesma foi chumbada pelos elementos socialistas, que tinham apresentado duas em janeiro e março, ambas aprovadas, que estabeleceram isenções de 100% em janeiro e de 50% desde fevereiro.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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