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Sábado, Julho 24, 2021

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Entroncamento | Prestação de contas de 2016 situa dívida municipal nos 10,8M€

O executivo da Câmara Municipal do Entroncamento aprovou por maioria a prestação de contas relativa ao ano de 2016. O documento foi apresentado na reunião desta segunda-feira, dia 17, e recebeu a abstenção do BE e o voto contra do PSD. Entre os valores apresentados encontrava-se o da dívida do município que, atualmente, ronda os 10,8 milhões de euros.

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O presidente da autarquia, Jorge Faria, destacou a taxa de execução na ordem dos 80% e a “redução sustentada da dívida”, cujo total seria 726 mil euros mais baixo se não englobasse as verbas associadas ao processo relacionado com a Escola das Tílias e a contribuição do município para o FAM – Fundo de Apoio Municipal, constituído em partes iguais pelo Estado e os municípios para a recuperação financeira dos mesmos.

Isilda Aguincha (PSD) votou contra e David Ribeiro (CDU) a favor. Foto: mediotejo.net

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Entre os valores apresentados durante a reunião foi, igualmente, indicado o prazo médio de pagamento, situado nos 60 dias, o aumento dos custos associados à eletricidade, devido à entrada em funcionamento pleno de algumas escolas do concelho, a redução dos juros pagos a fornecedores, que agora se situa nos 12.900 euros, a redução de algumas verbas, justificado pelo não aumento de taxas municipais associadas ao saneamento e à água.

O “mérito” dos valores apresentados foi reconhecido por Isilda Aguincha, tendo a vereadora apontado o “o investimento quase nulo” em 2016, assim como o mais baixo investimento público (governamental) dos “últimos 15 anos”. Na sua intervenção, destacou que o executivo atual encontrou “obra feita” e o anterior “encargos para pagar” e apontou os “efeitos nulos” das novas medidas associadas à taxa da derrama. Na declaração de voto lida depois de ter votado contra, Isilda Aguicha considerou que o “documento reflete posições que não assumo”.

Carlos Matias (BE) absteve-se na votação. Foto: mediotejo.net

Os resultados obtidos a taxa da derrama também foram mencionados pelo vereador do BE, Carlos Matias, que criticou a “maioria” socialista por não ter aprovado a proposta do seu partido para isentar alguns casos. O IUC – Imposto Único de Circulação foi apontado como uma “receita expressiva” e a receita associada aos TURE foi salientada com referência à alteração dos circuitos proposta pelo BE.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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