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Quinta-feira, Outubro 28, 2021

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Entroncamento | PCP pede mais trabalhadores para EMEF e reforço da ferrovia

O líder parlamentar comunista exigiu hoje o reforço da contratação de recursos humanos para a Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (EMEF), no Entroncamento, e maior investimento no setor dos caminhos-de-ferro em geral.

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João Oliveira respondia a questões dos jornalistas após uma visita às oficinas daquela empresa, no primeiro de dois dias de jornadas parlamentares que contarão com os elementos da bancada do PCP pelo distrito de Santarém.

“Para além das 102 contratações que o Governo já anunciou e da vinculação dos trabalhadores que estão a ser integrados no Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP), é preciso definir um planeamento estratégico para o desenvolvimento da atividade da EMEF, mas também para a contratação de recursos humanos e valorização dos trabalhadores”, disse.

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Antes, a comitiva do PCP reuniu-se com os responsáveis pelas instalações e visitou as diversas secções das oficinas, cumprimentando os operários nas suas funções específicas, da eletrónica à pneumática.

Os amplos armazéns industriais albergam carruagens em reparação, desde composições de “alfas pendulares”, por um período de cerca de três meses, na sua revisão de “meio da vida” (15 anos), até comboios da Linha de Sintra ou de Cascais, caracterizados pelos danos mais estéticos dos “grafitti”.

“A separação que foi feita entre CP e EMEF nunca devia ter sido feita. A reparação e a manutenção não podem ser consideradas os parentes pobres do setor ferroviário e elas têm de ser consideradas. Não há CP sem EMEF, nem EMEF sem CP”, defendeu.

Segundo o deputado do PCP, “ambas as componentes têm de ser consideradas do ponto de vista do desenvolvimento do setor ferroviário, tal qual ele hoje se apresenta, com o caráter estratégico que tem, não apenas para o transporte de passageiros, mas também para o transporte de mercadorias”.

A EMEF, na unidade do Entroncamento, emprega cerca de 350 pessoas, segundo um elemento da comissão de trabalhadores, mas “as entradas não cobrem as saídas”, uma vez que, só em 2018, já abandonaram a empresa perto de 40 funcionários, devido a aposentações, entre outros motivos, sem que as necessidades de recursos humanos para os trabalhos em curso sejam compensadas desde há anos.

Os deputados do PCP encontraram-se ainda com representantes das estruturas representativas dos trabalhadores da EMEF.

Agência de Notícias de Portugal

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