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Entroncamento | Parque Empresarial recebe unidade de produção de Kombucha, a “bebida do futuro”

Chamam-lhe “bebida do futuro” e “do bem”. A Kombucha é uma bebida de chá fermentado produzida de uma forma sustentável, local e artesanal, apresentada como uma “alternativa saudável” a outras bebidas menos saudáveis como os refrigerantes. A empresa exportadora da área alimentar prevê investir 53,1 milhões de euros no Entroncamento durante os próximos cinco anos e criar até cerca de 200 postos de trabalho.

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No Parque Empresarial do Entroncamento vai ser instalada uma unidade de produção desta bebida da marca Captain Kombucha, investimento da empresa Asteriscos e Reticências, S.A..

No dia 23 de fevereiro, foram vendidos em hasta pública, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, quatro lotes de terreno do Parque Empresarial, com um total de 29 448m2, para a instalação daquela empresa, de grande dimensão exportadora e cuja atividade se foca na área alimentar, nomeadamente, na produção e comercialização da bebida probiótica.

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A empresa tem instalações em Sintra, mas passará a ter toda a sua operação centralizada no Entroncamento. Segundo informação da autarquia do Entroncamento, “prevê realizar um investimento inicial que ronda os 14 milhões de euros, chegando aos 53,1 milhões de euros nos próximos cinco anos, e criando entre 150 e 200 postos de trabalho no concelho”.

No final da sessão de hasta pública, conforme está previsto no regulamento, o Presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, congratulou-se com “a efetivação da atratividade empresarial do concelho, reforçando uma dimensão produtiva de grande escala, assente na afirmação da centralidade e dimensão logística do território”.

Parque Empresarial do Entroncamento recebe unidade de produção de Kombucha, a “bebida do futuro”. Foto: CME

Para Jorge Faria é “uma natural consequência da orientação estratégica do Município para uma ação pública geradora de investimentos privados, focada no desenvolvimento económico e na criação de postos de trabalho”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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