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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Entroncamento | Museu Nacional Ferroviário com visitas no domingo ao Comboio Real

O Museu Nacional Ferroviário (MNF) está assinalar os 165 anos da primeira viagem de comboio em Portugal e o Ano Europeu do Transporte Ferroviário com um programa que culmina no domingo com uma visita ao interior do Comboio Real.

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No domingo de manhã, a responsável pelo Núcleo de Conservação e Restauro do MNF irá guiar uma visita ao Comboio Real, contando não só a sua história, mas também detalhes do seu restauro. O MNF sublinha que a visita ao interior do Comboio Real, que conta com interpretação em língua gestual portuguesa, só acontece uma vez por ano, estando limitada a um número máximo de participantes.

Ainda nesse dia de manhã, decorrerá a visita tátil ao museu, para pessoas com deficiência visual, que poderão explorar vários objetos da ferrovia com recurso ao tato.

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Sábado e domingo, entre as 10:30 e as 17:30, os visitantes podem vivenciar a experiência de conduzir uma locomotiva, em ambiente virtual, num simulador de condução, durante cerca de 15 minutos, num percurso real entre o Entroncamento e Pombal, numa parceria com a CP Virtual.

Museu Nacional Ferroviário assinala 165 anos da primeira viagem de comboio em Portugal. Foto: arquivo mediotejo.net

O programa deste sábado inclui uma visita aos Bairros Ferroviários do Entroncamento, numa parceria com a Infraestruturas de Portugal e a Câmara Municipal do Entroncamento, que visa dar a conhecer a história e projetos futuros deste património, a par da visita “A Bordo”, que permitirá “conhecer por dentro diversas carruagens, salões, locomotivas e o Comboio Presidencial, numa viagem por 165 anos de história dos caminhos de ferro em Portugal”, atividade que repetirá no domingo à tarde, com interpretação em língua gestual portuguesa.

Ainda este sábado, às 15:00, será apresentado o livro “Não percas o Comboio! – Histórias sobre carris e outras viagens”, de Alexandra Sousa, que relata episódios vividos nas muitas viagens de comboio que a autora realizou por Portugal e pela Europa.

Sábado e domingo, entre as 10:30 e as 17:30, os visitantes podem vivenciar a experiência de conduzir uma locomotiva, em ambiente virtual, num simulador de condução, durante cerca de 15 minutos, num percurso real entre o Entroncamento e Pombal, numa parceria com a CP Virtual.

Simulador de condução de locomotiva é a nova atração do Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento. Foto: Ana Rita Cristóvão | mediotejo.net

Entre sexta-feira e domingo, a entrada no MNF é gratuita, sendo que os visitantes poderão viajar no Mini-Comboio (atividade dependente das condições climatéricas), segundo a mesma nota, sublinhando que a participação em todas as atividades implica inscrição obrigatória através do ‘email’ museu@fmnf.pt.

O MNF lembra que a Comissão Europeia declarou 2021 como Ano Europeu do Transporte Ferroviário, como forma de promover este meio de transporte “sustentável, inteligente e seguro” e incentivar a sua utilização pelos cidadãos e pelas empresas, como contributo para a consecução do objetivo do Pacto Ecológico da UE de neutralidade climática até 2050.

Entroncamento | Historiador apresenta livro sobre Museu Nacional Ferroviário

“Emergência do Museu Nacional Ferroviário como projeto de âmbito nacional” é mais recente obra do historiador António Pinto Pires que vai ser apresentada este sábado, às 16:00, no Centro Cultural do Entroncamento, abordando ainda o legado do caminho-de-ferro.

Da cultura à defesa do património, em publicações nacionais e internacionais, são diversos os artigos que o licenciado em história contemporânea, professor e pós-graduado na área da defesa do património tem redigido e deixado registado para as gerações.

Desta vez, António Pinto Pires, que foi ainda o primeiro presidente da Comissão Executiva Instaladora do Museu Nacional Ferroviário no Entroncamento, lança a obra “Emergência do Museu Nacional Ferroviário como projeto de âmbito Nacional”.

Do legado do caminho-de-ferro à implementação museológica, a obra incide sobre o maior museu da história da ferrovia nacional, o Museu Nacional Ferroviário. “Os museus, esses panteões das musas, nunca são demais e cabem perfeitamente no significado do termo, porque equivalem a preservar ou a sensibilizar para a guarda da memória”, escreve o autor sobre o património museológico.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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