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Quarta-feira, Janeiro 26, 2022
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Entroncamento | Mais vendedores e mais clientes no festival Street Food (C/ Fotogaleria)

Pelo 2° ano consecutivo a cidade do Entroncamento teve o seu festival de Street Food no Largo José Duarte Coelho, iniciativa da Associação dos Lares Ferroviários através do CLDS 3g – Contrato Local de Desenvolvimento Social.

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Se em 2016 participaram 10 food trucks, este ano esse número subiu para 15, a que se juntam três negócios locais e bancas de artesanato, conforme explica Débora Coelho, da organização.

Outra diferença é que em 2016 o evento apenas decorreu durante dois dias, sexta e sábado, enquanto este ano estendeu-se para domingo, mudança que resultou de um inquérito realizado aos participantes.

Débora Coelho, técnica do projeto CLDS (Foto: mediotejo.net)
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Também o mês de realização foi alterado, passou de outubro para setembro o que se traduziu num maior fluxo de visitantes devido ao bom tempo que se fez sentir nestas noites de verão

Apesar de ter havido duas desistências de vendedores de street food, as que participaram apresentavam conceitos diferentes de comida. Desde as sandes de leitão à bairrada, aos crepes passando por gelados, waffles, pizzas, hot-dogs, hambúrgueres e o tradicional pão com chouriço.

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Os participantes das bancas de artesanato não pagam nada enquanto as “food trucks” pagam 50 euros, valor considerado simbólico.

A par dos “comes e bebes” havia sempre música. No sábado atuou uma banda e um DJ.

Dar a conhecer o melhor do “Street Food” nacional e simultaneamente dinamizar e desenvolver a economia local e promover de autoemprego – Empreendedorismo são os objetivos desta iniciativa.

Débora Coelho explica que o CLDS 3g (Contrato Local de Desenvolvimento Social de 3ª Geração) é um projeto coordenado pela Associação dos Lares Ferroviários e financiado pela Segurança Social. As entidades executoras são a Santa Casa da Misericórdia, o CERE – Centro de Reabilitação e a ENCOPROF – Cooperativa de Professores. Tem a duração de três anos terminando em fevereiro de 2019.

O projeto envolve quatro técnicos de ação social e uma coordenadora a tempo inteiro.

Entre outras iniciativas, o CLDS organizou pela primeira vez uma feira de emprego e empreendedorismo. Diariamente dá apoio a um grupo de crianças, na sua sede que funciona na antiga escola primária n° 3, espaço cedido pela Câmara.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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