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Domingo, Outubro 17, 2021

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Entroncamento isenta pagamento da fatura da água a associações, IPSS’s e Bombeiros até final do ano

O Município do Entroncamento vai prorrogar a isenção do pagamento da fatura da água até ao final do ano para os bombeiros, associações e IPSS’s do concelho. No caso dos particulares, a autarquia aprovou a possibilidade de ser feito um plano de pagamento das faturas até dezembro.

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A proposta de prorrogação das medidas de apoio excecionais no âmbito da pandemia de Covid-19 foi aprovada por unanimidade do executivo municipal, que estende até ao final do ano a isenção do pagamento da fatura da água às associações e Instituições Particulares de Solidariedade Social do concelho, bem como aos Bombeiros Voluntários.

Em reunião de Câmara, o autarca Jorge Faria (PS) relembrou que o Município já tinha isentado o pagamento a estas entidades até julho, e que a intenção é a de prolongar essa isenção “nos meses seguintes até ao final de dezembro”. “Se as coisas não melhorarem, depois teremos de tomar uma decisão para o próximo trimestre”, acrescentou.

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Relativamente aos particulares, existe “a possibilidade de quem não tiver condições de pagar, poder fazer um plano de pagamento das faturas que se venceram ou que se vão vencer até dezembro”. Uma possibilidade que já existiu aquando da primeira aprovação de medidas de apoio no âmbito da pandemia, não havendo, na altura, “muita gente que tivesse recorrido a este instrumento”, o que o autarca considera ser “bom sinal, é sinal de que as pessoas, apesar das dificuldades, têm conseguido fazer face aos pagamentos”.

Não obstante, a autarquia sublinha que tem também vindo a intervir neste âmbito ao nível do apoio social de emergência.

PSD propõe isenção parcial para estabelecimentos comerciais

Após a apresentação da proposta do executivo socialista, o vereador social-democrata José Baptista propôs que o Município pudesse “pudesse enquadrar uma isenção parcial da água e dos resíduos para os estabelecimentos comerciais”, tendo em conta uma altura em que “todas as empresas têm de pagar o 14º mês, mais um ordenado, e nós corremos o risco de muito deste comércio se começar a afundar porque não tem liquidez para fazer face aos pagamentos”.

Nesse sentido, o PSD propôs que o executivo socialista pudesse adicionar à sua proposta uma “proposta de isenção de 50% aos consumidores não-domésticos”, nomeadamente, ao comércio tradicional.

Em resposta, Jorge Faria (PS) considerou que essa é uma área “mais de intervenção ao nível do Estado central”. Referindo abertura por parte da Câmara para essa possibilidade, mormente numa altura em que existe um agravamento para os comerciantes e a restauração, o autarca admitiu que tal “nesta fase não se justificará”.

“Fica a disponibilidade, se no futuro se mantiver a situação. Se as coisas se mantiverem, vamos depois avaliar em conjunto numa próxima oportunidade uma possibilidade dessas”, acrescentou.

 

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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