- Publicidade -

Terça-feira, Dezembro 7, 2021
- Publicidade -

Entroncamento | Fenómenos em destaque na rádio Comercial

A rubrica “O Homem que Mordeu o Cão”, do humorista Nuno Markl, que vai para o ar diariamente de segunda a sexta feira, na rádio Comercial, foi dedicada aos Fenómenos do Entroncamento na emissão do dia 4 de junho. O humorista baseou-se no livro “Fenómenos do Entroncamento – A História das Estórias”, publicado em novembro de 2019 sob a coordenação de Paula Carloto de Castro, com o apoio da Câmara Municipal do Entroncamento.

- Publicidade -

Quer no Facebook, quer no Youtube, o vídeo da rúbrica regista já um elevado número de visualizações, partilhas e comentários. No facebok, o número de visualizações ascende a 125 mil, com mais de 500 comentários e mais de 2.600 interações. No Youtube mais 11 mil já viram o vídeo.

Nuno Markl destacou alguns fenómenos que fazem parte da história do Entroncamento dos anos 50, 60 e 70 do século passado e que estão representados numa coleção de copos à venda na Casa Carloto.

- Publicidade -

Uma árvore que dava cinco espécies de fruta através de enxertos conseguidos por um tal Freitas, que seria uma figura carismática do Entroncamento, ou uma vagem de fava com 35 cm de comprimento, são alguns dos fenómenos referidos.

Envolvendo animais há o caso de uma galinha que pôs um ovo de 800 gramas e sobreviveu e outra que pôs um ovo de 180 gramas e morreu. Depois temos o carneiro com quatro cornos que nasceu e cresceu numa pensão, a que se junta o pinto com quatro patas e quatro asas, mas que não sobreviveu muito tempo.

Há ainda a história de um cão rafeiro que diariamente ia com o seu dono à pastelaria comer um bolo. Um dia o animal foi sozinho à pastelaria colocou as patas dianteiras no balcão e terá pronunciado a palavra “bolo”.

Temos ainda as histórias do corvo palrador que passava os dias a chamar pela vizinhança, o limão que nasceu com asas e o recorde da temperatura de 50 graus ao sol atingidos em apenas três minutos.

Estes e outros fenómenos constam do livro e são documentados com imagens e recortes da imprensa local e nacional.

No final da rubrica da rádio Comercial ficou no ar a ideia da criação de uma rota dos fenómenos.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome