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Sexta-feira, Julho 30, 2021

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Entroncamento | DGS atribui “Bom” à qualidade da UCCI da Santa Casa da Misericórdia

A Unidade de Cuidados Integrados Manuel Fanha Vieira – Provedor foi acreditada com o nível de qualidade “Bom” pela Direção-Geral da Saúde. O primeiro de três graus de exigência estabelecidos pelo Departamento da Qualidade da Saúde que asseguram que esta valência da Santa Casa da Misericórdia do Entroncamento cumpre boas práticas relacionadas com o utente, serviços, profissionais, processos e resultados.

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A recente acreditação com o nível “Bom” da Unidade de Cuidados Integrados Manuel Fanha Vieira – Provedor (UCCI) pela Direção-Geral da Saúde (DGS) coloca-a na lista de entidades que correspondem às exigências definidas pelo Departamento da Qualidade na Saúde, coordenador da estratégia nacional nesta área e responsável pela implementação do Programa Nacional de Acreditação em Saúde.

O edifício inaugurado há seis anos, a 22 de dezembro de 2016, integra o conjunto de valências da Santa Casa da Misericórdia do Entroncamento – juntamente com o Hospital de S. João Baptista, Lar Fernando Eiró Gomes e Lar da Santa Casa da Misericórdia – e as 70 vagas disponíveis encontram-se distribuídas pelas Unidades de Média Duração e Reabilitação (40) e Longa Duração e Manutenção (30).

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A Unidade de Cuidados Continuados tem 70 vagas. Foto: DR

Os níveis estabelecidos pela DGS vão do “Bom” ao “Excelente”, intermediados pelo “Ótimo”. No caso da UCCI, a certificação assegura que esta unidade “cumpre 70% ou mais dos standards do Grupo I, incluindo-se nesta percentagem a totalidade (100%) dos standards considerados como obrigatórios”, segundo o Manual de Acreditação de Unidades de Saúde. A Unidade de Gestão Clínica poderá, no futuro, solicitar de forma voluntária uma nova avaliação para obter um nível superior.

Os “standards” exigidos nas áreas relacionadas com o utente, serviços, profissionais, processos e resultados são diversos. Por exemplo, na primeira área é avaliado se a “intimidade e privacidade das pessoas” é garantida, na segunda se a “Unidade de Gestão Clínica estabelece uma estratégia de avaliação e difusão de resultados dos processos assistenciais implementados” e, no que respeita aos profissionais, exige-se a definição das competências “necessárias para os diferentes postos de trabalho”.

Os processos de suporte (estrutura, equipamentos, fornecedores, tecnologias de informação, entre outros) devem assegurar a implementação de “um procedimento para garantir as condições de conservação e armazenamento do material de uso clínico e medicamentos” e nos resultados é necessário que a Unidade de Gestão Clínica disponha “de meios para controlar os desvios orçamentais detetados a fim de os corrigir”.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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