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Entroncamento | Conselho Municipal de Segurança tomou posse

Durante a sessão da Assembleia Municipal do Entroncamento, no dia 28, tomaram posse os membros que integram o Conselho Municipal de Segurança, órgão consultivo de articulação, informação e cooperação, que constitui um meio de participação institucional de organismos públicos e de parceiros sociais na promoção dos objetivos de garantia de inserção social, de segurança e de tranquilidade das populações.

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Do Conselho Municipal de Segurança fazem parte o Presidente da Câmara, Jorge Faria, o Presidente da Assembleia, Luís Filipe Antunes, os Presidentes das Juntas de Freguesia de São João Baptista, Rui Maurício, e de Nª Srª de Fátima, Ezequiel Estrada.

Foram designados pelos grupos políticos da Assembleia Municipal para integrar este órgão: Manuel Martins (PS), Manuel Faria (PSD), Pedro Santos (BE), Rosa Teixeira (CDS-PP) e António Ferreira (CDU).

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Por sua vez, a Assembleia Municipal designou vários cidadãos: António Miguel, Paulo de Almeida, Marco Geração, Pedro Gonçalves e Marisa Parreira.

Fazem ainda parte, o Procurador Adjunto do Tribunal Judicial do Entroncamento, Paulo Neves, o Comandante da PSP, Angelo Afonso, o representante do Regimento de Manutenção, João Luís Ramos, o Coordenador dos Serviços Municipais de Proteção Civil, Fernando Fernandes, o Comandante dos Bombeiros, Rodrigo Bertelo, o representante da Santa Casa da Misericórdia, Vitor Bertelo e o responsável pela Cáritas Paroquial, Luisa Aparício.

Completam o Conselho Municipal de Segurança representantes da associação económica ACIS, Rui Jorge Dias, UGT, João Valente, da área da educação Arnaldo Marques, da área da saúde, José Manuel Cunha e das Infraestruturas de Portugal, Vitor Sequeira.

De acordo com a lei, constituem objetivos dos conselhos “contribuir para o aprofundamento do conhecimento da situação de segurança na área do município, através da consulta entre todas as entidades que o constituem”, “formular propostas de solução para os problemas de marginalidade e segurança dos cidadãos no respetivo município e participar em ações de prevenção”, “promover a discussão sobre medidas de combate à criminalidade e à exclusão social do município” e aprovar pareceres e solicitações a remeter a todas as entidades que julgue oportunos e diretamente relacionados com as questões de segurança e inserção social”.

Compete ainda a este órgão “proceder à avaliação dos dados relativos ao crime de violência doméstica”, e “avaliar os números da sinistralidade rodoviária e, tendo em conta a estratégia nacional de segurança rodoviária, formular propostas para a realização de ações que possam contribuir para a redução dos números de acidentes rodoviários no município”.

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José Gaio
Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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