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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Entroncamento | Carlos Martins inaugura nova ETAR do concelho

O Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins presidiu à inauguração da nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do Entroncamento esta segunda-feira, dia 30. A cerimónia contou com a presença do presidente do conselho de administração da EPAL, José Sardinha, do presidente do grupo Águas de Portugal, João Nuno Mendes, e do presidente do município, Jorge Faria, e incluiu uma visita às infraestruturas com tecnologia avançada que servem 99% da população.

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A nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do Entroncamento, localizada na estrada IC3 (direção Entroncamento-Golegã), foi inaugurada na manhã desta segunda-feira por Carlos Martins, Secretário de Estado do Ambiente, numa cerimónia que contou com a presença do presidente do Conselho de Administração da EPAL, José Sardinha, do presidente do grupo Águas de Portugal, João Nuno Mendes, e do presidente do município, Jorge Faria.

Os quatro discursaram antes do descerramento da placa de inauguração, ao qual se seguiu uma visita às infraestruturas com os convidados, entre os quais se encontravam elementos do executivo municipal, os presidentes de ambas as juntas de freguesia do concelho e deputados socialistas da Assembleia da República eleitos pelo círculo eleitoral de Santarém.

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José Sardinha, presidente do conselho de administração da EPAL, e João Nuno Mendes, presidente do grupo Águas de Portugal, destacaram a tecnologia avançada que distingue a obra realizada no Entroncamento, no valor de cinco milhões de euros, com apoios comunitários “significativos”. A valorização do espaço industrial através da criação de condições que ofereçam “qualidade de vida aos investidores”, nomeadamente com a aposta em recursos humanos qualificados, também mereceu destaque.

José Sardinha, João Nuno Mendes, Jorge Faria e Carlos Martins discursaram na cerimónia. Fotos: mediotejo.net

Jorge Faria salientou no seu discurso a constituição da nova ETAR do concelho por mais três estações elevatórias e um sistema de intercetores para levar os efluentes à ETAR, numa extensão de quase 10 quilómetros, que “garantem à cidade um sistema em alta de recolha de efluentes que permite manter e aumentar as taxas de ligação”.

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O autarca referiu os outros investimentos previstos no âmbito do acordo de financiamento de águas assinado em 2009 com a antiga Águas do Centro, hoje Águas de Lisboa e Vale do Tejo, nomeadamente o sistema adutor/reservatório de água na parte sul da cidade, em fase de empreitada, e o desvio da ribeira de Santa Catarina, em fase de estudo.

Ao descerramento da placa seguiu-se uma visita à nova ETAR. Fotos: mediotejo.net

Segundo Jorge Faria, os “diferendos” que marcaram o processo estão resolvidos, não existindo neste momento “qualquer dívida ao grupo Águas de Portugal”. Mais tarde, em declarações ao mediotejo.net, o presidente da autarquia, demonstrou a sua satisfação pelo “concretizar dos compromissos assumidos” por esta entidade, permitindo o avançar do processo.

A “dimensão tecnológica” da nova ETAR também foi salientada por torná-la numa “das mais modernas” do país, que permite “afirmar que temos praticamente toda a população do Entroncamento ligada à ETAR” e contribui para o ambiente devido à sua capacidade “magnífica” de tratamento.

O discurso final ficou reservado para Carlos Martins, Secretário de Estado do Ambiente, que começou a sua intervenção destacando os tempos em que trabalhou na primeira ETAR do país, em Frielas, há cerca de 40 anos, que tratava cerca de 25.000 habitantes, número igual ao que a nova ETAR do Entroncamento abrange. Este também destacou a importância dos recursos humanos qualificados como fator de “bom desempenho destas infraestruturas”.

As infrastestruturas são dotadas de tecnologia avançada. Fotos: mediotejo.net

Carlos Martins referiu-se à nova ETAR como uma “obra de elevada qualidade ambiental a desempenhar bem o seu papel” que se tornou realidade depois do arranque atribulado do processo em que as partes envolvidas encontraram um “equilíbrio”, colocando, atualmente, o município “numa posição ímpar de poder dizer que tem 99% da população servida” com soluções sofisticadas.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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