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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Entroncamento | Câmara aprova orçamento de quase 19 milhões

O Orçamento 2018 e as Grandes Opções do Plano 2018-2021, bem como os respetivos mapas de pessoal e opção gestionária 2018 da Câmara do Entroncamento, principal ponto da ordem de trabalhos da reunião do Executivo do dia 4, foram aprovados com os votos do PS (4), a abstenção do BE e os votos contra do PSD (2).

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O orçamento para o próximo ano é 3,7 % superior face ao ano anterior, tendo um valor global fixado em 18.975.930 euros. “Marca o início de um mandato autárquico e segue o caminho percorrido em anos anteriores, o qual, consiste no rigor e contenção da despesa para que se consiga criar oportunidades de investimento”, sublinha o Presidente da Câmara.

Do documento, Jorge Faria destacou as aquisições de bens de capital com uma dotação orçamental de 5.576.021 euros (29,4 % do total do orçamento).

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Reforçou a ideia de estratégia delineada para o concelho que os documentos previsionais para 2018 refletem e cujas prioridades assentam em seis eixos estratégicos: Regeneração Urbana – Consolidar uma cidade para as pessoas, Desenvolvimento económico, emprego e inovação, Coesão social e cidadania, Educação, cultura e juventude, Associativismo, desporto e vida saudável e Cidade sustentável e inteligente.

Quanto às obras previstas no Plano Plurianual de Investimentos, o Presidente destacou as que fazem parte do PEDU, como a remodelação/modernização do Cine teatro S. João, a construção de ciclovia na Freguesia de S. João Batista, a requalificação dos espaços verdes, a melhoria do desempenho energético do Município, a reabilitação do mercado diário (ambiental e energética) e a requalificação da estrada da Barroca.

A intervenção no Cine teatro S. João, orçamentada em 1 milhão e 366 mil euros, deve ter início em janeiro de 2018.

Prevê-se que a ciclovia na Freguesia S. João Batista esteja concluída no 1º trimestre de 2018.

Também por essa altura deve concluir-se a requalificação dos espaços verdes no jardim da Rua José Afonso, Jardim da Rua Cidade Penafiel e Largo da Fraternidade, uma obra que custa cerca de 434 mil euros.

Um pouco mais, 516 mil euros, vai custar a substituição das luminárias do concelho por tecnologia LED, o que deve acontecer durante o ano 2018. O objetivo é melhorar o desempenho energético do Município.

Já em curso está a reabilitação do mercado diário, adjudicada por 896.434 euros e com um prazo de execução de 12 meses. Com esta obra pretende-se “a melhoria da acessibilidade ao edifício, substituição de materiais (cobertura, pavimentos interiores, instalações sanitárias, redes interiores) e equipamentos (frio e iluminação) e revisão do “layout “visando a mobilização de novas valências de reforço às lojas existentes e a novas ações de regeneração do espaço”, lê-se nos documentos aprovados.

Investimento suportado a 100 % pelo Município é a requalificação da Estrada da Barroca, via que serve a Zona Industrial desativada.

 

PSD vota contra e BE abstém-se

A bancada do PSD votou contra por considerar que algumas prioridades de investimento “não são as de urgência imediata dos cidadãos e que estes necessitam no imediato tal como são a falta de investimento em segurança, política social e promoção da vida na cidade que continuará com este Orçamento votada ao abandono”.

“O investimento em pessoal político, ou seja, nos custos do Gabinete do Presidente e Vereação é inverso ao investimento da resolução dos problemas da Cidade”, acusam os vereadores Jaime Ramos e José Baptista.

Para os eleitos do PSD há “um desinvestimento na política cultural da cidade”.

No final de novembro, os dois vereadores enviaram por escrito várias propostas para serem incluídas no orçamento, mas que acabaram por ser rejeitadas pela maioria Socialista.

“O documento apresentado não espelha aquelas que entendemos que são as prioridades e preocupações que a autarquia deve ter com a cidade, promovendo a sua vida e o seu futuro”, refere a bancada do PSD na sua declaração de voto.

O Vereador Henrique Leal (BE) optou pela abstenção depois de levantar uma série de questões sobre as várias rubricas do orçamento, falando em desequilíbrios entre elas e “distribuição assimétrica e díspar das verbas”. Criticou algumas prioridades definidas no documento defendendo reforço de verbas para a programação cultural, a habitação social, os espaços verdes, entre outras áreas.

Todos os documentos de gestão têm de ser analisados e votados na sessão da Assembleia Municipal agendada para o próximo dia 18.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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