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Entroncamento | Autarquia garante refeições a alunos beneficiários de apoio social escolar

No âmbito do encerramento das escolas pelo período de quinze dias, anunciado pelo primeiro-ministro a 21 de janeiro, o Município do Entroncamento, em articulação com o Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento, está a assegurar o fornecimento de refeições aos alunos beneficiários de apoio no âmbito da ação social escolar. A autarquia tem também a Escola Básica do Bonito a funcionar como estabelecimento escolar de acolhimento para os filhos de profissionais de saúde, forças de segurança e socorro.

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Em despacho assinado pelo presidente da Câmara Municipal do Entroncamento é referido que são garantidas as refeições “aos alunos beneficiários dos escalões A e B da ação social escolar”. No caso dos alunos da freguesia de Nossa Senhora de Fátima, que engloba a Escola Secundária do Entroncamento, a Escola Básica do Bonito e o Jardim de Infância Sophia de Mello Breyner Andresen, a refeições são asseguradas pelo refeitório da Escola Básica do Bonito, entre as 12h30 e as 13h30 em regime take-away.

Já para os alunos da freguesia de São João Baptista, que engloba a Escola Básica 2/3 Dr. Ruy D’Andrade, a Escola Básica da Zona Verde e a Escola Básica António Gedeão, as refeições são asseguradas no mesmo horário e regime na Escola Básica 2/3 Dr. Ruy D’Andrade.

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Escola Dr. Ruy d’Andrade, no Entroncamento. Foto: mediotejo.net

Refere a autarquia que os encarregados de educação dos alunos do ensino pré-escolar e 1.º ciclo que pretendam marcar a refeição devem dar conta disso “impreterivelmente, até às 09h30 de cada dia da semana, mediante contacto com a Escola Básica do Bonito” através do número 249 241 330. Já para os alunos do 2.º e 3.º Ciclos, Ensino Secundário e Profissional, “basta efetuarem a marcação no Cartão SIGE, para cada dia de semana”.

Além do fornecimento de refeições, o Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento tem também a Escola Básica do Bonito a funcionar como estabelecimento escolar de acolhimento para filhos ou outros dependentes a cargo de profissionais de saúde, forças de segurança e socorro, “incluindo os bombeiros voluntários, e das forças armadas, os trabalhadores dos serviços públicos essenciais e de instituições ou equipamentos sociais de apoio aos idosos como lares, centros de dia e outros similares, de gestão e manutenção de infraestruturas essenciais, bem como outros serviços essenciais, cuja mobilização para o serviço ou prontidão obste a que prestem assistência aos mesmos”.

A escola de acolhimento funciona nos dias úteis entre as 07h45 e as 20h00, com refeições incluídas (almoço e lanche). “Para que os trabalhadores mencionados possam usufruir deste serviço de acolhimento, terão de ser mobilizados pela entidade empregadora ou pela autoridade pública e terão de demonstrar reunir as condições de aplicação da medida”, refere o Município.

Imagem: CME

Por todo o país, os municípios estão a entregar refeições a alunos dos escalões A e B da Ação Social Escolar, cumprindo com as orientações do Governo após o encerramento das escolas devido à pandemia da covid-19.

Depois dos apelos dos autarcas, o primeiro-ministro, António Costa, decidiu, na quinta-feira, interromper todas as atividades escolares até 05 de fevereiro no território continental, determinando também que, durante esse período, as escolas não poderiam recorrer ao ensino à distância.

À semelhança do que aconteceu durante o primeiro confinamento, em que as aulas presenciais foram interrompidas em meados de março e até ao final do ano letivo 2019-2020, o Governo determinou que durante a interrupção das atividades escolares “continuará a ser assegurado o apoio alimentar a todas as crianças que beneficiam da Ação Social Escolar”.

 

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou à capital com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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