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Entroncamento | Assembleia Municipal unânime na primeira revisão orçamental do ano

A Assembleia Municipal do Entroncamento deliberou por unanimidade na primeira sessão ordinária do ano a primeira alteração orçamental modificativa. Em causa nesta revisão orçamental está a injeção do saldo de gerência que faz subir o orçamento de 2021 em 1,2 milhões de euros.

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A primeira alteração modificativa ao orçamento do Município do Entroncamento para 2021 tinha já sido aprovada por unanimidade por parte da Câmara Municipal, a 15 de fevereiro, tendo na altura o presidente da autarquia, Jorge Faria (PS), elucidado que a mesma se devia à injeção do saldo de gerência no orçamento. Essa integração do valor de 1.248.298,00€ fez com que o orçamento da receita seja aumentado para os 24.609.000,00€ (perante os iniciais 23.361.315,00€). Com esta revisão, o orçamento municipal fica com 13 milhões de euros para despesa corrente e 11,6 milhões para investimento, disse ainda o autarca.

Aprovada em sede de reunião de Câmara Municipal, a deliberação estava ainda sujeita à luz verde da Assembleia Municipal do Entroncamento que, por unanimidade, aprovou a respetiva revisão orçamental na sessão de 26 de fevereiro.

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Na sessão, o deputado municipal Manuel Martins (PS) sublinhou que com esta alteração foram “criadas algumas rubricas e reforçadas outras já existentes”, nomeadamente no caso da rede de drenagem de águas residuais domésticas na Rua da Juventude, dotada com 54.900,00€, rubrica que não estava anteriormente prevista.

“Pode também verificar-se também um reforço de 278 mil euros nas funções sociais, 132 mil euros na conservação e manutenção da rede de saneamento, 110 mil euros para o meio ambiente e espaços verdes”, apontou ainda o deputado municipal socialista.

Sem obstáculos por parte da oposição, o deputado municipal Carlos Silva (PSD) admite que esta alteração modificativa é “um ato de gestão de transferir verbas não utilizadas no ano passado e passá-las para este ano, e sobre isso não temos nada a opor”. No entanto, o deputado social-democrata referiu que a bancada do PSD gostaria de ver reforçadas as rubricas relativas aos apoios a comerciantes, associações e população.

“Penso que se a Câmara tivesse investido algum deste dinheiro na ajuda aos comerciantes, às associações, às populações em geral, obviamente que teria sido bom. (…) O PSD considera que poderia haver aqui um reforço destas ajudas e em vez de se manterem os valores do ano passado [referindo-se aos apoios da Câmara às associações], deveria haver um reforço destas ajudas porque estamos numa situação muito difícil e as associações estão a passar por um calvário”, disse.

“É claro que todos gostamos de ver os melhoramentos na cidade mas em vez de um espaço ajardinado aqui ou ali, um parque infantil arranjado aqui ou ali, uma rua mais alcatroada aqui ou ali – são precisas, não está isso em causa – se calhar poderia haver aqui algum equilíbrio na distribuição destes dinheiros e se calhar alguma coisa poderia ficar neste momento para trás e agarrar em parte desse dinheiro e passá-lo para a ajuda aos comerciantes, às associações e reforçar as prestações sociais à população que tanto delas necessita”, concluiu Carlos Silva (PSD).

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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