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Terça-feira, Junho 22, 2021

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Entroncamento | AR aprova projeto de resolução sobre Museu Nacional Ferroviário

A Assembleia da República aprovou por unanimidade esta sexta-feira, dia 30, um projeto de resolução apresentado pelo PS e outro pelo BE sobre o Museu Nacional Ferroviário.

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O documento do PS recomenda a valorização do museu através “de uma estratégia integrada com as políticas públicas museológicas, patrimoniais, de turismo e de incentivo ao transporte ferroviário”, assim como a promoção junto de agentes locais e regionais que potencie “a sua ligação à cidade do Entroncamento e da região envolvente”.

O terceiro ponto está associado ao desenvolvimento “de soluções de financiamento que permitam assegurar o funcionamento e a conservação do património do Museu Nacional Ferroviário”.

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O parlamento aprovou ainda hoje, e também por unanimidade, uma resolução do BE que recomenda ao Governo que encontre “soluções de financiamento” para assegurar o funcionamento do Museu Nacional Ferroviário.

O diploma do BE recomenda ao governo que “intervenha urgentemente para, em conjunto com os sócios da Fundação Museu Nacional Ferroviário e outras entidades financiadoras, encontrar solução que viabilize a atividade e a continuidade do museu, bem como a conservação do seu espólio”.

O museu pertence à Fundação Armando Ginestal Machado, instituição criada em 2005, que atravessa “uma difícil situação económica, que se tem vindo a agudizar em particular desde 2011, com a redução do seu orçamento na ordem dos 50%”, assinala o PS.

Contudo, a afluência ao museu regista “números verdadeiramente encorajadores” e “reveladores de todo o potencial existente no seu espólio e temática”.

“Efetivamente, o Museu Nacional Ferroviário, nos dois anos de funcionamento desde a sua inauguração, registou a entrada de sensivelmente 40 mil visitantes, bem revelando a importância turística, cultural e educacional” daquele equipamento.

c/LUSA

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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