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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Entroncamento | AR aprova alteração do modelo de financiamento do Museu Nacional Ferroviário

A proposta do grupo Parlamentar do PS para a alteração ao modelo de financiamento da Fundação Museu Nacional Ferroviário Armando Ginestal Machado foi aprovada por unanimidade na passada segunda-feira, dia 26, pela Assembleia da República. A inclusão da entidade que gere o Museu Nacional Ferroviário na lista de entidades excecionadas no artigo 15º da Lei do Orçamento do Estado representa um balão de oxigénio nas contas do museu que, atualmente, se depara com problemas financeiros superiores a um milhão de euros.

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A proposta foi apresentada por Hugo Costa, deputado do PS eleito pelo distrito de Santarém, no debate da especialidade do Orçamento de Estado para 2019, e surge como um novo passo nos esforços que diversas forças políticas têm feito nos últimos anos. Os alertas de autarcas, deputados, Câmara Municipal do Entroncamento e da direção da fundação para os problemas financeiros do museu têm-se multiplicado junto da tutela, mas as promessas governamentais nunca se materializaram.

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Intervenção do deputado Hugo Costa na Assembleia da República

O espaço recebeu a visita de deputados da Assembleia da República em diversas ocasiões e o Bloco de Esquerda apresentou uma proposta no mesmo sentido que a agora aprovada em sede do Orçamento do Estado para 2018, rejeitada na altura pelo PS e o PSD. Um ano depois, os partidos políticos com assento na Assembleia da República apanharam o mesmo comboio e a aprovação por unanimidade no início desta semana inclui a fundação na lista que, até à data, era composta por nove entidades, como a Casa da Música ou o Centro Cultural de Belém.

A alteração ao modelo de financiamento da Fundação Museu Nacional Ferroviário Armando Ginestal Machado com a inclusão nas exceções previstas no artigo 15º da Lei do Orçamento do Estado permite que as transferências realizadas pelas entidades financiadoras – a CP e da IP – Infraestruturas de Portugal – sejam superiores às realizadas no ano anterior.

Um balão de oxigénio, situado entre os 30 e os 40 mil euros, nas contas do museu que, conforme noticiámos no passado mês de outubro, se depara atualmente com problemas financeiros superiores a um milhão de euros.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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