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Sábado, Dezembro 4, 2021
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Entroncamento | Aprovada hasta pública para conceção, construção e exploração de campos de padel

A Assembleia Municipal do Entroncamento aprovou por maioria a proposta para hasta pública da conceção, construção e exploração de campos de padel na cidade. A criação de dois campos de padel, com possibilidade de um terceiro, representa um investimento 100% privado em terreno municipal e com período de concessão de 30 anos.

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A proposta para conceber, construir e explorar campos de padel no concelho já tinha sido aprovada por maioria em reunião do executivo camarário a 9 de dezembro e teve agora o carimbo da Assembleia Municipal do Entroncamento, reunida a 18 de dezembro. Com os votos favoráveis do PS, PSD e CDS e a abstenção das bancadas do BE e da CDU, foi deliberada a proposta para hasta pública para os espaços necessários onde vão nascer dois campos de padel (havendo ainda a possibilidade de um terceiro) e respetivas instalações de apoio, na Rua Gil Eanes.

A hasta pública implica um período de concessão de 30 anos “com contrapartidas financeiras, revertendo o equipamento no final para a Câmara Municipal, sem ónus ou encargos, ao que se junta um protocolo de serviços gratuitos no âmbito da promoção da prática junto das escolas”, conforme refere a autarquia entroncamentense, que refere que este será “mais equipamento desportivo ao serviço dos munícipes e amantes da prática de padel”.

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Localização dos futuros campos de padel. Foto: DR

Em Assembleia Municipal, o Bloco de Esquerda absteve-se na hora da votação da proposta em causa. Não obstante reconhecer que “o aumento da oferta de espaços desportivos é bom para a cidade e para os seus habitantes” e que a construção dos campos de padel “tem a vantagem de diversificar a oferta com uma nova modalidade que tem um número crescente de praticantes”, a bancada bloquista justificou o seu sentido de voto pela voz do deputado municipal Pedro Santos, que referiu que seria “preferível manter estes espaços sob gestão municipal, permitindo uma gestão integrada e articulada de todas as infraestruturas desportivas” e mostrando reservas quanto “à generosa delimitação para utilização privada dos espaços adjacentes aos campos de padel”.

Também a CDU optou pela abstenção, com o deputado municipal António Ferreira a referir a questão dos “30 anos da concessão. Não vejo aqui garantias futuras em termos de que empresa, como é que se faz, que tipo de investimento é feito. Há muitos pontos de interrogação”, disse, referindo ainda a localização dos futuros campos.

Por sua vez, PSD e CDS votaram favoravelmente a proposta. Manuel Faria (PSD) destacou a “área de desenvolvimento estratégica para as cidades” que constitui o desporto, não deixando de apontar algumas reservas como “o local, preferíamos que fosse junto ao parque desportivo” ou a questão dos 30 anos de prazo de concessão. “Achamos excessivo porque o valor do investimento é relativamente aceitável para se poder ter um retorno num espaço de tempo mais reduzido”, disse, referindo ainda que o PSD “gostaria de ver isto integrado no parque desportivo porque cada vez mais temos de criar condições para que exista dentro da cidade uma mobilidade sustentável que permita reduzir o número de viagens feitas pelas pessoas de cada vez que querem praticar um desporto”.

Já Pedro Gonçalves (CDS) admite que este é “um dos bons investimentos”. “Também é um espaço (…) desta vez bem inserido em termos urbanos. Acho que é positivo e o investimento privado é bem-vindo, sobretudo acautelando o uso dos mesmos para as escolas e para podermos dinamizar esse novo desporto que está em franca dimensão na nossa cidade”, acrescentou.

Por sua vez, o deputado municipal Manuel Martins (PS), sublinhou que este equipamento trará vantagens “tanto para o Município como para os munícipes” e que é uma “mais-valia” estar a dotar o concelho de um equipamento que até então não existe no território do Entroncamento.

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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