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Sexta-feira, Setembro 17, 2021

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Entroncamento | Apoios a coletividades geram discórdia no executivo

A atribuição dos apoios municipais às coletividades do concelho em 2017 gerou discórdia entre os elementos do executivo na reunião desta segunda-feira, dia 20. Em discussão esteve o corte de 5% nos valores atribuídos impostos pelo PAEL e a exceção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Entroncamento (AHBVE).

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O ponto da Ordem de Trabalhos relativo à atribuição dos subsídios municipais às coletividades do concelho gerou discórdia entre os elementos do executivo durante a reunião pública da Câmara Municipal do Entroncamento desta segunda-feira.

A proposta apresentada pelos seis elementos do júri – três em representação do município (presidente da autarquia, chefe de gabinete e chefe de divisão) e os restantes pertencentes a coletividades locais (Parafuso, AHBVE e Orfeão do Entroncamento) – foi criticada pelos dois vereadores da oposição presentes na reunião.

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David Ribeiro, da CDU, apontou a continuidade da situação verificada em 2016, implicando um corte de 5% imposto pelo Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), criado em 2012 permitindo um “regime excecional e transitório de concessão de crédito aos municípios”. Redução igualmente criticada por Isilda Aguincha, do PSD, que acrescentou a sua discordância com a exceção atribuída à AHBVE.

O presidente da autarquia, Jorge Faria, respondeu a ambos os vereadores com referência à substituição do PAEL por uma entidade bancária, incluída no “plano de reestruturação financeira do município”, que permitiu ter juros inferiores. No que respeita à redução de 5% imposta pelo programa, o autarca salientou que a mesma se aplica ao montante global e não às coletividades em particular.

O ponto acabou por ser aprovado com os votos favoráveis dos quatro elementos socialistas do executivo e a abstenção da vereadora do PSD. O vereador David Ribeiro não participou na votação.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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