Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Terça-feira, Setembro 21, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Entroncamento | “A Vida da Locomotiva 135” em exposição fotográfica

Durante 19 anos, a Locomotiva 135 fez parte da paisagem urbana do Entroncamento. Era uma das primeiras imagens que todos aqueles que saiam na estação ferroviária da cidade podiam apreciar na praça em frente.

- Publicidade -

A exposição fotográfica “A Vida da Locomotiva 135 no Entroncamento”, organizada pela AMF – Associação dos Amigos do Museu Nacional Ferroviário pretende homenagear a locomotiva a vapor nº 135 pertencente à série 110 a 135 e construída em 1881 na Alemanha pela empresa “Sächsische Machinenfabrik” de Chemnitz, para a companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.

A exposição tem inauguração marcada para este sábado, dia 26 de outubro, pelas 17h00, na Galeria Municipal do Entroncamento e estará patente de terça-feira a domingo, entre as 15h00 e as 19h00, até ao dia 7 de novembro.

- Publicidade -

A 135, para além da tração de comboios de mercadorias realizou também, durante a sua vida útil, comboios de passageiros. Foi uma das intervenientes na inauguração da linha da Beira Baixa, percorreu a linha Setil-Vendas Novas e o ramal de Tomar, entre outras.

Foi definitivamente desativada em 1967, já antevendo o final da tração a vapor na região centro, que teve lugar em 1968.

A locomotiva esteve abandonada até meados dos anos 80, no entanto por ter um histórico que dizia muito ao ambiente ferroviário do Entroncamento, a Câmara Municipal negociou com a CP a sua recuperação. Esta recuperação permitiu que ocupasse durante anos um lugar de destaque em frente à Estação Ferroviária do Entroncamento.

Hoje, após uma recuperação integral nas oficinas do Museu Nacional Ferroviário, a 135 está no lugar que lhe é devido, a rotunda das locomotivas do MNF, tendo em conta o seu grande valor museológico como exemplar único desta série.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome