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Quarta-feira, Agosto 4, 2021

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Empresários identificam desafios e oportunidades de investimento em Sardoal (ATUALIZADA)

As boas acessibilidades, a localização privilegiada de acesso ao litoral e às principais cidades do país, o turismo religioso e de natureza, a riqueza histórica, patrimonial e cultural, a gastronomia, a qualidade de vida, o equilíbrio entre o meio rural e urbano, os recursos agrícolas e florestais e as características das gentes de Sardoal na arte de saber receber e conviver, são alguns dos pontos identificados como diferenciadores para a fixação de pessoas e captação de investimento em Sardoal.

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A reabilitação urbana em curso e os incentivos fiscais para o setor da construção civil, a zona industrial e o novo regulamento do mesmo, o turismo e as potencialidades da Barragem da Lapa, as festividades religiosas, como a Semana Santa, as ofertas educativas e culturais diferenciadoras, foram outras das características elencadas como oportunidades para investimento em Sardoal, no âmbito de um jantar debate subordinado ao tema “Atividade Empresarial em Sardoal: desafios e oportunidades”.

“O que é preciso é gente”, declarou um dos interlocutores, mais gente disponível para usufruir da qualidade de vida que este município do interior do país oferece, a pouco mais de uma hora de distância do litoral ou de cidades como Lisboa e/ou Coimbra, mais gente para aqui viver, trabalhar e investir.

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“O grande empregador do concelho continua a ser a Câmara Municipal. Fixar pessoas só criando postos de trabalho com medidas que, muitas vezes, são de âmbito nacional e que não passam pelas autarquias”, lembrou Miguel Borges, presidente da autarquia anfitriã, que exemplificou o trabalho de orientação estratégica de desenvolvimento como sendo uma “escadaria, que se sobe degrau a degrau, com passos lentos mas seguros”.

As oportunidades de investimento existem, sendo destacado o investimento em curso num Hotel de Charme no centro da Vila, a dinâmica cultural assente em dez anos de atividade do Centro Cultural Gil Vicente, a aposta estratégica na educação, no turismo religioso e de natureza, a qualidade e a fertilidade dos terrenos, com os reconhecimentos internacionais ao nível qualitativo dos vinhos e outros produtos endógenos, a Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Sardoal e as possibilidades de investimento ao nível da reabilitação e requalificação de edifícios, entre outros.

Pedro Saraiva, da Associação Tagus – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior, e que trabalha com Abrantes, Constância e Sardoal, lembrou a importância do trabalho de parceria ao nível do saber, dando os exemplos do Tagusvalley – Tecnopolo do Vale do Tejo, instituição que trabalha ao serviço da região, da Nersant – Associação Empresarial de Santarém, entre outras.

A Tagus, exemplificou, no âmbito do Portugal 2020, vai ter cerca de 3,3 milhões de euros para apoio a projetos de desenvolvimento local, e estará disponível para apoiar financeiramente os projetos elegíveis com montantes entre os 10 mil e os 230 mil euros.

 

 

Depois de Abrantes, a sessão realizada na quarta-feira à noite em Sardoal, e que juntou cerca de 70 empresários, foi o segundo encontro de um ciclo de debates organizado pela Associação Comercial e Empresarial (ACE) dos concelhos de Abrantes, Constância, Sardoal, Mação e Vila de Rei e que têm como objetivo trazer os empresários, empreendedores e potenciais investidores a discutir o posicionamento e as perspetivas de futuro para as empresas da região.

Debater para informar e melhor perceber as oportunidades e constrangimentos do presente e do futuro da região é o objetivo deste ciclo de debates que vai percorrer os cinco municípios da área de influência do ACE, e que esta quarta-feira contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Sardoal, Miguel Borges, do diretor executivo da TAGUS, Pedro Saraiva, e do presidente da direção da ACE, Joaquim Serras.

A moderação do debate esteve a cargo de António Paulo, presidente da Mesa da Assembleia Geral da ACE, e empresário em Abrantes.

O próximo jantar-debate vai decorrer em Mação, no próximo mês de março.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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