EMPRE: Camões inspira projeto turístico de alunos de Constância (c/vídeo)

Quinze alunos do 9º ano/A do Agrupamento de Escolas de Constância desenvolveram um projeto empreendedor na área comercial e turística inspirada em Camões e na Vila Poema e que se traduzem na criação de sacos de pano preto com versos do poeta.

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O projeto denomina-se Dreamb@g.ctc e traduz escolhas afetivas dos alunos, segundo destacou a coordenadora dos alunos, a professora Cláudia Gomes. “Dream” pois leva-nos a sonhar através das palavras que transportam e “ctc” reporta a Constância”, observou.

“O projeto foi desenvolvido por 15 alunos do 9º ano e constou num projeto de caráter mais literário, ou não fossem eles da Vila Poema”, frisou Cláudia Gomes.

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Mafalda Silva, 16 anos, explicou que a aposta foi em criar um produto usável e apreciável do ponto de vista da sua beleza. São sacos de pano preto com versos de Camões e traduzem escolhas afetivas dos alunos”, disse ao mediotejo.net a professora na apresentação pública do projeto, que decorreu em Torres Novas, na Feira EMPRE.

“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades…

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Amor é um fogo que arde sem se ver…

O mundo todo abarco e nada aperto”…foram algumas das frases selecionadas para inscrição num produto que manifesta interesse prático e visão estratégica na aliança turismo/negócio.

Os saquinhos estão está venda em Constância, à porta de mais uma edição das Pomonas Camonianas, “custam 3 euros aceitam-se encomendas”, destacaram os jovens empreendedores de Constância, que já realizaram um interessante volume de negócios e têm uma série de encomendas em carteira.

A iniciativa esteve integrada no projeto “Médio Tejo – Vive o Empreendedorismo” e foi dinamizada pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. O evento contou este ano com a participação de 600 alunos, 31 professores e 13 escolas, as quais desenvolveram no total 27 projetos.

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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