Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Sexta-feira, Julho 30, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

“Em defesa da Região”, por Hugo Costa

Iniciamos no dia de hoje a segunda semana de debate do Orçamento do Estado para 2017, na especialidade. Estas duas primeiras semanas refletem o período em que os Ministros apresentam as opções setoriais e as discutem em sede de comissão parlamentear com os deputados, que aproveitam a possibilidade para intervir e colocar questões de cariz regional.

- Publicidade -

Na última semana, aproveitamos a oportunidade para pugnar e defender o investimento nas infraestruturas da região, designadamente a urgente reabilitação da N361, a necessidade de obras na ponte da Chamusca, na Ligação Torres Novas – Riachos e na N118. No que respeita à vertente ferroviária, defendemos mais uma vez, a aplicação dos fundos comunitários da Ferrovia 2020 na linha do norte, destacando os problemas da estação do Entroncamento e das passagens de nível, nomeadamente nos concelhos de Santarém e do Cartaxo.

Mereceram, igualmente, a nossa atenção, os temas da floresta, da energia e do ambiente, tendo veemente defendido, junto do ministro da Agricultura que não devemos focalizar a nossa atenção para a floresta apenas em período de crítico de incêndios, mas devemos potenciar o investimento em energia de biomassa com o desiderato de garantir a sustentabilidade da fileira. Ao nível ambiental, mais uma vez, defendemos a aposta nas fontes de energia renovável, nos transportes públicos e na mobilidade elétrica.

- Publicidade -

Relembramos, ainda, os perigos da central nuclear de Almaraz, concretamente o perigo invisível que a mesma constitui para o Tejo. Sendo que, ao nível regional, chamamos a atenção para os problemas ambientais do Tejo (necessidade do relatório da Comissão de Acompanhamento) e do Almonda em Torres Novas.

No que tange à Cultura, aproveitamos para demonstrar ao Ministro da Cultura, qual foi o empenho dos autarcas que permitiu o investimento no nosso Património Cultural, através da concessão e utilização de fundos comunitários na região, em virtude do mapeamento gizado pelo anterior Governo, não os permitir inicialmente.

Concedemos um principal enfoque à necessidade de investimento no Aqueduto dos Pegões, em correspondência com o processo já iniciado pelo Município de Tomar. Sendo que a ação ativa do Município de  Tomar foi claramente demonstrada na resposta do Sr. Ministro.

Hoje iniciamos um novo ciclo de audições, das quais serão dadas notas, na próxima semana.

Deputado na Assembleia da República e membro das Comissões de Economia, Inovação e Obras Públicas e Habitação, é também membro da Comissão de Orçamento e Finanças. Diz adorar o Ribatejo e o nosso país. Defende uma política de proximidade junto dos cidadãos. Tem 36 anos, é de Tomar e licenciou-se em Economia pelo ISEG. É membro da Assembleia Municipal de Tomar e da Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. Tem como temas de interesse a economia, a energia, os transportes, o ambiente e os fundos comunitários.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome