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Sábado, Outubro 23, 2021

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Editorial | Seis anos (e 43 mil notícias) depois, o que nos move?

Passam hoje 6 anos sobre o dia em que publicámos a primeira notícia do mediotejo.net. Foi para nós um “dia inicial, inteiro e limpo”, como escreveu Sophia. O dia em que arriscámos dar um grande salto para o desconhecido, movidos por sonhos e ideais de liberdade.

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Hoje, 43 mil notícias depois, ainda é o sonho que nos move. É em nome de um ideal maior que prosseguimos, quando tantas vezes seria mais fácil (e sensato) desistir. 

O mediotejo.net é, desde a primeira hora, um jornal com vocação de serviço público. Nasceu com a ambição de ser um ponto de encontro para a comunidade de 250 mil habitantes do Médio Tejo, que permanecia afastada, apesar de todas as proximidades culturais e geográficas, cumprindo simultaneamente uma missão fundamental: ser um jornal plural, independente, uma fonte fiável de informação.

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Ao longo destes últimos 6 anos recebemos vários prémios e distinções: fomos eleitos “Melhor Jornal Regional do Ano” nos Prémios Media Digitais da SAPO, em 2020; recebemos bolsas de financiamento do European Journalism Centre/Facebook Journalism Project e da Google News Iniciative; fomos o único meio português integrado num programa de mentoria (TableStakes) da Associação Mundial de Jornais (WAN-IFRA), durante um ano e meio, para podermos tornar o nosso modelo de negócio mais sólido e, eventualmente, servir de exemplo a outros jornais locais que pretendam fazer jornalismo de qualidade, de forma independente.

Mas o maior prémio que poderíamos desejar é aquele que cada leitor nos dá todos os dias. É sabermos que é através das nossas notícias que milhares de pessoas construíram uma certa noção de pertença a este território que une 13 concelhos e que é a nós que recorrem quando querem saber (ou denunciar) o que se passa na sua rua, na sua freguesia, no seu concelho, na sua região.

Devemos hoje, e todos os dias, um agradecimento especial à equipa que faz este jornal com imensa dedicação: aos jornalistas Ana Rita Cristóvão, Cláudia Gameiro, Joana Rita Santos, José Gaio, Paula Mourato e Rafael Ascensão, ao nosso informático José Bandos, à diretora comercial Inês Neto e aos colaboradores permanentes André Moura, David Pereira, Jorge Santiago, Luís Ribeiro e Paulo Jorge de Sousa.

Também aos nossos colunistas António Matias Coelho, Armando Fernandes, Aurélio Lopes, Berta Silva Lopes, Carla Baptista, Carlos Alves, Duarte Marques, Helena Pinto, Hugo Costa, José Martinho Gaspar, José Rafael Nascimento, José Trincão Marques, Massimo Esposito, Paulo Constantino, Rui Serrano, Sara Cura, Tiago Salazar, Vasco Damas e Vera Dias António.

Aos nossos anunciantes, que garantem a viabilidade financeira deste projeto, e que desde o início acreditaram que marcar presença no nosso jornal seria uma aposta ganha, com grande visibilidade e muitos benefícios mútuos.

Por fim, um obrigado especial a si, que nos lê. Que possamos resistir, crescer, melhorar e ser o seu jornal por muitos e bons anos, é o nosso maior desejo.

Alguns números
Hoje somos lidos, em média, por 200 mil a 300 mil pessoas (utilizadores únicos) por mês. O jornal manteve, em 2021, entre 500 e 700 mil visualizações mensais. Segundo o ranking da Marktest (que audita de forma independente as audiências dos meios digitais), somos o terceiro jornal regional mais lido do país. Em agosto de 2021 (último relatório), encontravam-nos na 31ª posição a nível nacional.

No Facebook, onde temos uma comunidade de quase 50 mil seguidores muito ativos, as nossas notícias têm um alcance de 200 a 250 mil pessoas a cada 28 dias, a que se juntam as nossas publicações no YouTube, Twitter e Instagram.

Em 2021, a maioria dos nossos leitores continua a ler-nos no telemóvel (80%), aposta que fizemos desde a primeira hora, criando um site responsivo que se lesse com grande facilidade nos smartphones. Fazemos também parte do sistema “Instant Articles” do Facebook, que facilita a leitura de quem segue links das nossas notícias nesta rede social.

Fonte: Google Analytics

Somos lidos por quase tantos homens como mulheres, com maiores audiências nas faixas etárias da população ativa, embora com uma distribuição muito variada junto dos diferentes públicos. 

Fonte: Google Analytics

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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