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Segunda-feira, Junho 14, 2021

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Editorial | Direção do jornal decide suspender opinião política até às eleições autárquicas

Apesar de estarmos ainda a alguma distância das eleições autárquicas, que deverão realizar-se a 26 de setembro, a direção do jornal mediotejo.net decidiu solicitar aos colunistas que têm cargos políticos e/ou que tenham já assumido candidaturas partidárias que suspendam a sua colaboração neste jornal a partir de 1 de junho.

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A lei determina que a suspensão da opinião política ocorra apenas durante o período de campanha eleitoral – ou seja, nos 12 dias que antecedem a ida às urnas –, mas com a apresentação das diversas candidaturas iniciou-se claramente um período de pré-campanha. Sendo impossível dar igual voz e espaço a todos os candidatos da região (seriam muitos milhares de colunistas…), optámos por esta solução, à semelhança do que fizemos em anos anteriores.

E se bem que “tudo é política”, como disse o economista Paul Krugman, entendemos que o papel da comunicação social é vital para a formação da opinião pública e, cada vez mais, importa diferenciar factos de opiniões.

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Como tem acontecido desde a sua fundação, o mediotejo.net irá fazer uma ampla cobertura destas eleições, informando e promovendo a reflexão sobre os grandes temas que afetam a região.

Agradecemos uma vez mais aos nossos colunistas o contributo que têm dado todas as semanas para o esclarecimento das causas, propostas e posições que defendem, suscitando o debate e contribuindo para o pluralismo de opiniões que faz parte da matriz deste jornal.

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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