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Terça-feira, Setembro 28, 2021

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Editorial | Cinco milhões de razões para continuarmos

A entrada num novo ano é sempre um momento bom para mudanças. Termina-se dezembro em reflexão, fazem-se os devidos balanços e entra-se em janeiro a brindar à vida, a trincar passas doces, pedindo desejos, e com energias renovadas para enfrentar o futuro.

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Por aqui, estamos de mangas arregaçadas, a preparar algumas alterações no site do jornal, agora que entramos no nosso terceiro ano de existência. Vamos simplificar a leitura, reforçar a aposta na grande reportagem e no jornalismo de investigação e investir ainda mais na componente multimédia, quer na cobertura dos temas da atualidade (com vídeo em direto) quer na abordagem mais profunda dos grandes assuntos, como fizemos em 2017, realizando um documentário sobre a poluição no Tejo, em parceria com o Instituto Politécnico de Tomar. Respondendo também a inúmeros pedidos de leitores, estamos a alargar a cobertura noticiosa a concelhos vizinhos do Médio Tejo, como o Gavião, a Ponte de Sor, a Chamusca ou a Golegã.

2017 foi para nós um ano cheio de desafios. Os incêndios do Verão não deram tréguas (tivemos jornalistas sem dormir, sem fins de semana, sem férias, sempre ao lado das populações), e as eleições autárquicas obrigaram também a mobilizar a nossa equipa na concretização de debates em todos os concelhos, com todos os partidos, em locais públicos (e cheios de público).

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Terminámos o ano exaustos mas felizes, por sentirmos que estamos a cumprir os objetivos deste projeto jornalístico de proximidade, e que o público reconhece, cada vez mais, o nosso trabalho. Sentimo-lo todos os dias, nos comentários que fazem às nossas notícias, e analisando as audiências do jornal, sempre em constante crescimento.

Mantemos atualmente uma média mensal de 250 mil leitores, além das cerca de 600 mil pessoas alcançadas mensalmente no Facebook. Esta semana, ultrapassámos os 5 milhões de leitores: mais uma conquista para celebrar… e 5 milhões de razões para continuarmos.

Ao longo dos últimos meses (e permitam-nos o desabafo), pareceu-nos muitas vezes difícil prosseguir este caminho, sempre no arame, em busca do equilíbrio financeiro. Sendo um jornal de acesso gratuito, a única fonte de financiamento do mediotejo.net é a publicidade. Por isso, valorizamos muito os nossos parceiros comerciais (muitos deles desde a primeira hora), e desafiamos mais empresários da região a unirem esforços connosco, na certeza de que, através das nossas páginas, obtêm também um canal de acesso privilegiado aos clientes que podem fazer a diferença nos seus negócios.

Queremos chegar a mais pessoas, fazer mais, fazer melhor. Por isso, depois de uma experiência em papel (celebrando o nosso 1º aniversário), assumimos também o compromisso de publicar a partir deste terceiro ano de vida uma revista semestral, a sair na Primavera e no Outono, com temas tratados em profundidade, ousando preencher mais um vazio no panorama jornalístico regional.

Em 2018 pode, portanto, continuar a contar connosco. No site do jornal, nas redes sociais, na nova revista ou nos eventos que promoveremos ao vivo, esperamos continuar também a merecer a sua preferência.

Patrícia Fonseca | Diretora Editorial
Mário Rui Fonseca | Diretor Executivo

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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