Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

Quarta-feira, Setembro 22, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

Economia | 5 coisas a saber antes de pedir um crédito pessoal

Seja porque queremos remodelar a nossa casa, seja porque a nossa máquina de lavar roupa já pouco lava ou, simplesmente, não pretendemos tocar nas nossas poupanças para fazer aquelas merecidas férias, fazer um crédito pessoal é uma das formas mais simples e rápidas de obtermos o financiamento que procuramos.

Aliás, de acordo com os dados mais recentes disponibilizados pelo Banco de Portugal, o montante de crédito pessoal concedido em abril registou, face a abril do ano passado, um crescimento de 161%. Entre outros, a tabela é liderada por pedidos de crédito sem um fim específico, logo seguido de créditos pessoais para educação, saúde e energias renováveis.

Como se percebe, o fim a que se destina um crédito pessoal é bastante diversificado e, tendo em conta o volume de financiamento concedido, a ideia que passa é que estamos num período positivo para pedir um crédito.

Independentemente da maior ou menor facilidade na concessão de crédito pessoal, há um “trabalho de casa” que não pode deixar de ser feito para que parta para um pedido de crédito completamente informado sobre as exigências que tal mecanismo comporta. 

5 coisas a saber antes de pedir um crédito pessoal

1. Avalie a sua condição financeira

Tal como acontece com qualquer decisão que envolva pedir financiamento externo, e o crédito pessoal não é exceção, deve analisar friamente se este é o melhor momento para avançar com um pedido de crédito. 

Entre outras coisas, para efetuar um pedido de empréstimo pessoal é importante auferir de um rendimento estável de modo a evitar um futuro risco de incumprimento no pagamento das respetivas prestações. Para além de ser fundamental para si, este item é igualmente relevante para os bancos/instituições financeiras que lhe vão disponibilizar o crédito, uma vez que estas terão esse fator em conta no momento de dar seguimento ao seu pedido.

2. Compare as propostas existentes no mercado

Independentemente da urgência do financiamento, é essencial que faça uma análise das muitas e variadas propostas existentes no mercado financeiro português. Faça uso dos simuladores de crédito que os bancos/instituições financeiras lhe disponibilizam.

A página de crédito pessoal Unibanco é um belo exemplo disso mesmo. Através do simulador de crédito pessoal que esta instituição disponibiliza, o cliente pode efetuar uma simulação de financiamento (com possibilidade de seguro) para valores entre os €5.000 e os €75.000, bem como optar por prazos de pagamento que oscilam entre 24 e 84 meses, dinheiro que pode entrar na conta bancária no espaço de dois dias úteis se o cliente quiser um crédito pessoal rápido.

Imaginemos que o cliente pretende pedir 15 mil euros e pagá-los no prazo de 36 meses. Tendo em conta estas condições prévias, ele irá obter um valor de mensalidade de 488,66 euros (TAN 10,250% e TAEG 13,2%. MTIC €17.988,13).

Se a proposta agradar ao cliente e este desejar prosseguir com o pedido, a conclusão do processo pode ser concluída na mesma página dado que no Unibanco todos os pedidos de adesão às suas múltiplas soluções de financiamento podem ser concretizados de forma 100% digital.

Para além de usufruir de um crédito pessoal online, o cliente não terá que se preocupar com comissões de abertura, vai poder contar com mensalidades fixas e, como o crédito pessoal Unibanco está disponível para clientes de qualquer banco, não vai ter necessidade de mudar de banco.

Lembre-se que analisar condições de financiamento não é um processo simples, pelo que não deve ser encarado com sobranceria.

3. Atenção aos termos do contrato

Nunca se deve assinar um documento sem ler com atenção todas as informações que dele constam e o caso de um crédito pessoal não é exceção.

Confira quanto e quando é que vai pagar e quais as condições. É essencial estar a par de tudo o que consta do contrato para saber exatamente com o que contar.

4. Analise as taxas de juro

Ao valor das prestações mensais, ao prazo de pagamento e ao MTIC (Montante Total Imputado ao Consumidor), que é a soma total dos encargos que terá pelo empréstimo concedido, deve ainda prestar uma particular atenção às taxas de juro e spread a aplicar quando pedir um empréstimo. 

Saiba que pode optar por uma taxa de juro fixa, variável ou mista, dependendo da sua preferência. O crédito pode ainda estar indexado à Euribor a 3, 6 ou 12 meses.

Nas taxas de juro deve focar-se, particularmente, na TAEG (Taxa Anual Efetiva Global), uma vez que esta taxa engloba todas as despesas do crédito que tem de assumir.

5. Informe-se sobre potenciais custos adicionais

Não raras vezes, quando se pede um crédito pessoal, o cliente pode deparar-se com uma série de custos adicionais, como comissões de abertura e impostos (o imposto de selo é o mais comum) que podem aumentar o valor que terá de pagar.

Por isso lembre-se, é importante ler todas as linhas do seu contrato, sobretudo as famosas “letras pequenas”.