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Sexta-feira, Dezembro 3, 2021
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“E se fosse consigo?”, por Vasco Damas

O programa de televisão “E se fosse consigo?” é um oásis no meio do deserto qualitativo que abunda na programação das televisões nacionais, sendo também um exemplo completo e acabado de serviço público… que mostra o caminho que ainda temos de percorrer até sermos uma sociedade informada que protege os seus e defende o que está certo.

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É também a prova, pelo menos para mim, de que é mais incómodo o silêncio dos “bons” que o ruído dos “maus”.

Mostra-nos claramente que ainda estamos na fase em que a maioria apenas reage quando lhe toca, diretamente, a si ou aos seus… optando por ignorar tudo o resto!

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Se outro mérito não tivesse, este programa ajuda a despertar consciências adormecidas de forma pedagógica, alertando-nos e treinando-nos para reagirmos da forma certa quando confrontados com situações para as quais não estamos preparados.

As sociedades atingem a sua maturidade através do desenvolvimento da consciência social dos seus cidadãos… e esse desenvolvimento também se atinge desta forma. Com educação, com informação, com preparação, com treino.

Concordo com algumas críticas, nomeadamente ao nível do estereotipo em determinados assuntos, mas como o bom será sempre inimigo do ótimo, é preferível isto quando comparado com coisa nenhuma.

Atitude gera atitude e a união faz a força… e se humanamente ainda não temos a faculdade de sermos omnipresentes, sentir-nos-emos mais seguros sabendo que ao protegermos os filhos dos “outros” aumentamos a probabilidade de os pais desses filhos, em caso de necessidade, protegerem os nossos filhos.

Se me permitem uma sugestão, se estes valores básicos devem ser tão naturais como respirar, que se aproveite este modelo, independentemente do formato, e que ele seja introduzido nos programas pedagógicos nas várias etapas de ensino nas escolas portuguesas.

Cidadãos educados estão na base de sociedades seguras que sabem respeitar o espaço e as individualidades de cada um… e se o que fazemos em vida ecoa para sempre na eternidade, cabe-nos fazer as opções certas para não nos transformarmos em “câmaras anecoicas” e, ao contrário, nos sentirmos orgulhosos do eco produzido por tudo aquilo que fazemos em vida.

É gestor e trabalhar com pessoas, contribuir para o seu crescimento e levá-las a ultrapassar os limites que pensavam que tinham é a sua maior satisfação profissional. Gosta do equilíbrio entre a família como porto de abrigo e das “tempestades” saudáveis provocadas pelos convívios entre amigos. Adora o mar, principalmente no Inverno, que utiliza, sempre que possível, como profilaxia natural. Nos tempos livres gosta de “viajar” à boleia de um bom livro ou de um bom filme. Em síntese, adora desfrutar dos pequenos prazeres da vida.

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