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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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Dois mil motociclistas percorrem rota da EN2 com escala em Abrantes, Sertã, Sardoal e Vila de Rei (C/VIDEO e FOTOS)

Na rota da Estrada Nacional 2 (EN2), os municípios de Abrantes, Sardoal, Sertã e Vila de Rei engalanaram-se para acolher os cerca de 2.220 motards que atravessaram Portugal de Lés a Lés e fizeram escala no Médio Tejo.  Com muitas caras famosas do mundo do desporto, da televisão e da politica, os motociclistas traziam estampada no rosto a satisfação por participar no maior evento mototurístico realizado no nosso País e que ligou Chaves a Faro pela mítica estrada.

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O Portugal de Lés-a-Lés é uma aventura anual mototurística que, desde 1999, concilia a resistência física à vertente turística com o objetivo de cruzar Portugal de extremo a extremo contemplando paisagens e lugares de enorme esplendor.

Organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal, em conjunto com a Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2 (AMREN2) e com as 35 autarquias que atravessa, o Portugal de Lés-a-Lés contou com a participação de cerca de 2.200 turistas, em 1.800 motos de várias cilindradas, marcas e modelos, que esgotaram a capacidade hoteleira em Abrantes e na região envolvente.

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Vindos da Sertã, a comitiva teve de parar no centro geodésico de Portugal, em Vila de Rei. Foto: CMVR

Depois de um primeiro dia com um Passeio de Abertura por terras transmontanas, os mototuristas rumaram a sul. A primeira etapa, colada ao percurso da Estrada Nacional nº2 (EN2), iniciou-se em Chaves e teve como ponto de chegada S. Pedro do Sul.

Foi dessa cidade do distrito de Viseu que pela manhã do dia 04 de junho, sexta-feira, as motos se fizeram de novo à estrada, com destino a Abrantes, com passagem por Viseu, Tondela, Mortágua, Santa Comba Dão, Penacova, Vila Nova de Poiares, Góis, Lousã, Pedrogão Grande, Sertã, Vila de Rei e Sardoal.

Paragem na Sertã para mais um carimbo que comprova a passagem pela EN2. Foto: CMS

A 23.ª edição do Portugal de Lés-a-Lés, a maior caravana mototurística do mundo, depois de passar pela Sertã e por Vila de Rei, passou no concelho de Sardoal, antes da comitiva estacionar em Abrantes.

Sardoal. Foto: Paulo Sousa/CMS

Os mais de 2000 motociclistas percorreram as estradas de Sardoal, desde a Ponte do Codes até ao Ribeiro Barato, tendo contacto com as paisagens verdejantes, o espírito hospitaleiro e o rico património sardoalense.

 

De Sardoal a comitiva passou para Abrantes onde a esperava o presidente da edilidade, Manuel Jorge Valamatos, acompanhado pelos vereadores João Gomes e Luís Dias, e ainda pelo presidente da União de Freguesias de Abrantes e Alferrarede, Bruno Tomás.

No palanque onde se ia assinalando a chegada das centenas de participantes iam-se ouvindo línguas diversas, do castelhano ao inglês, do alemão ao italiano, numa comunhão fraterna de amantes das motos e dos prazeres da vida.

Abrantes recebeu uma etapa do 23º Portugal de Lés-a-Lés. Créditos: mediotejo.net

Na massa anónima, algumas figuras públicas iam atraindo atenções. Políticos como Carmona Rodrigues ou Rogério Bacalhau, o presidente da Câmara Municipal de Faro, o campeoníssimo em duas rodas Miguel Farrajota, entre outros.

A cantora Rita Guerra, pela sua beleza e simpatia, foi a figura mais requisitada para as fotos, para mais tarde recordar a passagem do 23º Portugal de Lés-a-Lés pela cidade de Abrantes.

A saída rumo a Faro, no percurso com maior distância, 390 Km, aconteceu na manhã de sábado, tendo os motociclistas, após a partida no Largo 1º de Maio, passado na Fortaleza de Abrantes, saudando os anfitriões.

Com a chegada ao Algarve ficaram cumpridos os 738.5 Km desta edição de 2021 do Portugal de Lés-a-Lés, acompanhando o traçado da mítica EN 2, a maior estrada da Europa e a terceira maior do Mundo.

*Com Jorge Santiago, David Belém Pereira e Paulo Jorge de Sousa (fotos e multimédia).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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