Quinta-feira, Fevereiro 25, 2021
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Depois do sol e frio, a chuva está de regresso e há aviso amarelo para quarta-feira

Todos os distritos de Portugal continental vão estar na quarta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de chuva por vezes forte, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), com previsão de subida gradual da temperatura mínima, que se sentirá sobretudo na quarta-feira. Quanto à chuva, que regressa esta terça-feira, deverá manter-se nos próximos dias. Seja como for, a regra é ficar em casa, na sequência do agravamento da situação epidemiológica no país.

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Os 18 distritos do continente vão estar sob aviso amarelo entre as 00:00 e as 15:00 de quarta-feira devido à previsão de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoada.

O IPMA emitiu também um aviso amarelo para 14 distritos do continente devido à previsão de vento forte do quadrante sul com rajadas até 85 quilómetros por hora no litoral e até 100 quilómetros por hora nas terras altas.

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Nos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo o aviso amarelo vai estar em vigor entre as 21:00 de terça-feira e as 12:00 de quarta-feira.

Em Viseu, Guarda, Faro, Vila Real, Setúbal, Lisboa, Leiria, Beja, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra entre as 00:00 e as 09:00 de quarta-feira.

O aviso amarelo é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo e vento em geral fraco predominando do quadrante leste, rodando gradualmente para o quadrante sul a partir do final da tarde, e tornando-se moderado a forte nas terras altas.

A previsão aponta ainda para neblina ou nevoeiro matinal, que em alguns locais do interior pode ser nevoeiro gelado, formação de geada, em especial no interior e pequena subida de temperatura na região Norte e no litoral da região Centro.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os -2 graus Celsius (em Bragança) e os 5 (em Portalegre, Lisboa e Faro) e as máximas entre os 10 (na Guarda) e os 17 (em Faro, Braga e Santarém).

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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