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Quarta-feira, Julho 28, 2021

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Dança para Músicos junta Vera Mantero e a Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense

No dia 16 de janeiro, sábado, pelas 21h30, terá lugar no Teatro Virgínia, em Torres Novas, o espetáculo Dança para Músicos, uma estreia no âmbito da programação regular da Materiais Diversos.

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O projeto põe em colaboração a coreógrafa Vera Mantero e a Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense, resultando na criação de um espetáculo em que os músicos são os intérpretes exclusivos de um trabalho coreográfico e musical. A iniciativa envolve ainda o músico e compositor António Pedro e dialoga intimamente com a relevância da atividade musical no concelho de Torres Novas, que inclui, entre outros interessantes exemplos, oito bandas filarmónicas.

Dando relevo ao ADN associativo das bandas filarmónicas e ao papel agregador e formativo que desde a sua origem desempenham nas comunidades, esta criação tem como mote o trabalho coletivo e voluntário e a ideia de respiração como atividade regular da qual depende a própria vida. Num momento em que a vida cultural não para «apesar de tudo», revelando a resiliência e inventividade dos artistas, profissionais ou amadores, continuar a tocar, continuar a dançar, continuar a criar, pode ser encarado como respirar.

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Vera Mantero integrou o Ballet Gulbenkian entre 1984 e 1989 e iniciou a sua carreira coreográfica em 1987. Tornou-se um dos nomes centrais da Nova Dança Portuguesa e tem mostrado o seu trabalho por toda a Europa, Argentina, Brasil, Canada, Coreia do Sul, EUA e Singapura. Em 2002 foi-lhe atribuído o Premio Almada (IPAE/ /Ministério da Cultura Português) e em 2009 o Prémio Gulbenkian Arte pela sua carreira como criadora e intérprete.

Os bilhetes têm o custo de 7,5€ (com descontos aplicáveis) e podem ser adquiridos na bilheteira do Teatro Virgínia ou online. Mais informações em www.teatrovirginia.com

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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