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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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Cursos profissionais são oportunidade para jovens do Médio Tejo

A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo elaborou um panfleto de divulgação sobre a rede de oferta formativa dos cursos profissionais homologados na região para o ano letivo 2016/2017.

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Os cursos disponibilizados pelos estabelecimentos de ensino dos treze municípios associados dão aos jovens a “oportunidade de adquirir um vasto leque de competências, as quais vão ser vantajosas para a sua futura carreira profissional”, destaca a CIMT, em nota de imprensa.

Os cursos profissionais são um dos percursos possíveis no nível secundário de educação e encontram-se abertos a toda a comunidade educativa. Como têm uma forte ligação ao setor empresarial local da região do Médio Tejo, são uma boa porta de entrada para o mercado de trabalho, pode ler-se na mesma nota, que refere ainda que estes cursos são uma das escolhas possíveis para os jovens que tenham concluído o 9.º ano de escolaridade ou formação equivalente, procurem um ensino mais prático e voltado para o mundo do trabalho e que não excluam a hipótese de, mais tarde, prosseguir estudos num Curso de Especialização Tecnológica ou aceder ao ensino superior.

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Após a conclusão, com aproveitamento, de um curso profissional, os jovens obtêm o ensino secundário e certificação profissional, conferindo o nível 4 de qualificação do Quadro Nacional de Qualificações. Os cursos profissionais fazem parte da oferta formativa das escolas profissionais (públicas ou privadas), bem como das escolas secundárias da rede pública.

“Um curso profissional de dupla certificação prepara e motiva os jovens para enfrentar o mercado de trabalho”, sublinha a nota informativa, que apela ainda para que a comunidade descubra a oferta formativa existente no Médio Tejo.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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