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Sábado, Setembro 18, 2021

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Cultura | Fundação Saramago promove na Azinhaga atividades para crianças e cinema ao ar livre

A Fundação José Saramago promove várias atividades durante o mês de agosto na sua Delegação da Azinhaga (Golegã), terra natal do Prémio Nobel da Literatura, que manteve sempre uma relação próxima com a aldeia dos seus avós. “Nós somos muito mais da terra onde nascemos, e onde fomos criados, do que imaginamos”, escreveu no seu livro “As Pequenas Memórias”.

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Nas próximas duas semanas há oficinas para crianças e sessões de cinema ao ar livre, com participação e entradas gratuitas. Irão realizar-se também visitas guiadas ao edifício da Delegação, onde se preservam memórias do escritor, dias 20 e 27 de agosto, às 18h.

Oficinas para crianças

— A “nova” viagem do elefante
Atividade de escrita e expressão plástica, tem como principais objetivos divulgar a Fundação e a obra de José Saramago, envolvendo a população mais jovem; desenvolver a imaginação e as competências emocionais; e fomentar a auto-estima dos participantes, através da concretização da tarefa. Tem como ponto de partida a “Viagem do elefante” e resultará numa nova versão desta aventura.
Data: 27 de agosto, das 15h às 17h30
Idades: dos 8 aos 12 anos

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— Carta para avó
Atividade de desenvolvimento literário e de aproximação à palavra, a partir da crónica “Carta a Josefa, minha avó”, tendo como resultado a redação de uma carta para um familiar ou amigo.
Data: 30 de agosto, das 15h às 17h30
Idades: dos 8 aos 15 anos.

Ciclo de Cinema

— “A Jangada de Pedra”
Data: 20 de agosto, às 21h

— “Enemy”
Data: 27 de agosto, às 21h

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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