Crónica fotográfica, por Paulo Jorge de Sousa

Ponte da Chamusca | Foto: Paulo Jorge de Sousa

Seja qual for a proveniência da cor da luz que nos “pinta a alma” diariamente, natural ou artificial, um por-do-sol pode simbolizar a paz espiritual com a natureza e a casualidade de uma ponte construída e iluminada pelo homem, mesmo ao lado, pode significar a sugestão de um caminho, pelo próprio homem.

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O interessante na forma pessoal como fazemos uma fotografia é que somos nós que escolhemos o que queremos ler.
(Ponte da Chamusca, fim de tarde de 1 de outubro)

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Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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