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Sexta-feira, Setembro 24, 2021

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“Crónica fotográfica”, por Paulo Jorge de Sousa

Passei pela abertura da exposição “100 anos de Artes Plásticas em Abrantes” quer para me aperceber do panorama das artes plásticas em Abrantes, nos últimos 100 anos (só por isso já valeu a pena), quer para ver se a fotografia estaria ali representada.

E apenas um artista usa a fotografia e os processos fotográficos para construir um discurso narrativo.
Fiquei com uma dúvida: ou em Abrantes, nos últimos 100 anos, não houve de facto ninguém que se notabilizasse pela sua criatividade enquanto fotógrafo, ou a fotografia ainda não é tida em conta como uma forma de expressão pessoal.
De uma maneira ou de outra, este “levantamento” é de louvar.
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Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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1 COMENTÁRIO

  1. meu caro Paulo
    é aqui o busillis..a foto é arte plastica?podem estar um quadro a oleo com uma foto?ou uma aguarella pode ser comparada com uma polaroid? acho que ha muito para dizer mas que nao estao “comparaveis” nao estao. e sempre achei que devem viver em espaços diferentes, concursos diferentes e eventos diferentes..abraço

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