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Sábado, Outubro 23, 2021

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“Crónica fotográfica”, por Paulo Jorge de Sousa

Em tempo de confinamento causado pela pandemia, a venda de livros ficou arredada das exceções, por não serem considerados bens de primeira necessidade. É uma decisão estranha e que para mim não faz sentido.

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Basta ver pelas redes sociais os inúmeros casos em que a língua portuguesa é tão mal tratada e os pensamentos e opiniões tão mal fundamentados, para ver que a literacia não anda nos melhores dias.

E agora que as pessoas são obrigadas a ficar em casa, poderia ser uma ótima altura para se fazerem campanhas de apelo e incentivo à leitura.

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Mas o tempo e a história também teimam em dizer-nos que os livros podem causar empecilhos a governações menos democráticas.

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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