Crónica fotográfica, por Paulo Jorge de Sousa

Dias azuis. Não, a crónica não é sobre o azul “marketing” das camisolas de férias do Marcelo que entra nas nossas casas todos os dias, ora vestida de turista, de comentador, de apreciador de doçaria ou mesmo de nadador-salvador (penso que também serve para “marcar” a posição dele junto dos jornalistas, não a ideológica, a física, assim sabem sempre onde ele anda, com um simples olhar por cima da multidão).

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A crónica é mesmo sobre os dias, neste caso os que têm o céu azul. Lembrei-me do Anzol dos Rádio Macau (que já tive o prazer de contratar para umas Festas do Concelho de Sardoal) e que inicia assim:

“Ai eu já tentei mandar pintar o céu

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Em tons de azul, pra ser original

Só depois notei que azul já ele é

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Houve alguém que teve ideia igual”

E lembrei-me deste céu ontem, sábado, em passeio pelo céu do Sardoal.

Por vezes por mais que tentemos ser originais e querer vincar pelas nossas ideias e convicções temos de ser humildes e pensar que antes de nós já muita gente pode ter pensado o mesmo. O conceito de inovação e desenvolvimento, muitas vezes, pode não estar nas nossas ideias mas sim no complemento e utilidade que possamos dar às ideias que outros já tiveram.

Se for o caso, continuação de boas férias e não esqueça de contemplar o azul do céu. Do seu céu.

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Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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