Crónica fotográfica, por Paulo Jorge de Sousa

Ruralidades. Portugal é um imenso território rural. Durante a semana, um grande número de portuguesas que nasceram e cresceram na parte de dentro, fazem vida na parte litoral e regressam aos fins de semana ou em épocas festivas. Outros vão mais longe e decidem fazer o mesmo, mas para fora do país.

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E não é com o marketing político, colocando simbolicamente uma ou outra das inúmeras estruturas governamentais (secretarias de estado) por estas bandas que se resolve este problema. Não é preciso escrever aqui mas todos sabemos que, se quisermos ir tratar de um assunto a Lisboa, a 150 km daqui, quanto gastamos em combustível e portagens (não se esqueçam de fazer a conta de quanto vai para o estado em impostos).

Imaginemos então o quanto pode gastar mensalmente, só em portagens, uma empresa ou um empresário que tenha de se deslocar entre esta região e Castelo Branco (metade da distância) ou Guarda, ou Aveiro. Não gasta, agarra na trouxa e ruma para o litoral.

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Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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