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Sexta-feira, Setembro 17, 2021

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Crónica fotográfica, por Paulo Jorge de Sousa

Fernando Lopes Graça e Nini Ferreira estão perpetuados em Tomar, na obra de Rui Fernandes. Aquele elemento escultórico evoca as conversas e o ambiente entre eles, centrado numa forma de comunicação que lhes permitia a troca de impressões e a discussão sobre a atualidade de então, sentados num banco de jardim, por exemplo.

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Agora, acaso pudessem viajar na máquina do tempo e viessem dar cá um saltinho, devia ser interessante assistir à conversa entre ambos, quando descobrissem que já pouco ou nada se discute dessa forma e que passamos o tempo sozinhos, agarrados a uma pequena máquina e a pensar que estamos numa grande rede a falar com o mundo mas que, afinal, grande parte das vezes só estamos a falar para o nosso umbigo.

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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